Até que enfim, até que enfim… Depois de dois anos chorando no pé de três companhias, finalmente decidiram que a minha rua, umas das principais do bairro, era merecedora da uma instalação de Internet banda larga.
Uma das companhias de TV a cabo daqui de Belo Horizonte está oferecendo o serviço e eu peguei um pacote de 600Kbps — a diferença para o pacote imediatamente abaixo, de 300Kbps, é pequena o suficiente para o fazer o dobro de velocidade valer a pena.
O preço é bom, mas eu sou obrigado a adquirir um pacote de TV em conjunto (como nem TV em tenho em casa, dá para imaginar a minha satisfação com isso). Mesmo assim, vale a pena para me livrar das velocidades abissais a que sou forçado normalmente — e, de qualquer forma, se eu quiser depois, posso enviar o sinal para o computador. Pelo menos o modem é de graça — ou quase.
Ufa!

Pois é.. Tenho minhas dúvidas se isso é “legal”. Aqui em Maceió também estou usando um serviço de Internet por cabo provido por uma companhia de TV por assinatura. Ou seja, também tem isso de: para Internet a cabo, TV a cabo. :-/
Ao menos aqui, entretanto, essa me foi a melhor opção. Bem-vindo ao clube.
Tudo bom, Bardo?
Eu tenho quase certeza que não é legal. Mas não sendo um advogado, só procurando um Procon da vida. E, do jeito que as coisas são, você acaba é perdendo o serviço.
De qualquer forma, já andei olhando e parece que puxar o sinal da TV para o computador é moleza. Só não sei se vou animar… Depois de quatro anos sem TV, desacostumei.
Isso é ilegal sim e tem um nome dado pela doutrina dedicada ao estudo do Direito do Consumidor: venda casada.
Pois é. O problema é como contornar isso. Já tem meio que um monopólio e o governo não está nem aí.