Chefões finais

June 15th, 2005 § 5 comments

Se há uma coisa que eu nunca achei graça é derrotar os chefões finais de um jogo. Tem coisa mais ridícula do que passar sessenta horas em um jogo, resolvendo problemas, derrotando inúmeros inimigos, para chegar no final e enfrentar um personagem que é dez vezes mais poderoso que você e que você vai só derrotar na base de muita munição e corridas? Tenha dó.

§ 5 Responses to Chefões finais"

  • Danielperera says:

    Olá Ronaldo. É as vezes é complicado mesmo. mas nem sempre… não sei se é porque eu me acostumei em enfrentar esses chefes nos finais de jogos… os mais temidos eram os Bowsers do Mário. o proprio Koopa. mas em outros jogos as coisas mudaram um pouco Quando eles são mais fundados em Historias ou roteiros preparados os “mestres” saem de cena um pouco e rola uma corrida do ouro em busca do final do jogo com alguma coisa de estratégia ou buscando pecinhas de quebra cabeça. ou simplismente fugindo. ou sacaneando o ultimo personagem. finais tem de monte. apesar de eu sempre ter um jogo e ter aquela conciencia de que vou pegar alguem muito mais forte que eu no final. é a sina. acho que o climax do jogo está no decorrer dele. até pq depois que vc “zéra” vc não quer ve-lo tão cedo.

  • Marcelo says:

    Eh isso mesmo, um clássico exemplo é o jogo Wild Arms da intermedia eu passei 80 horas jogando este jogo, pra no final do jogot er que matar dezenas de ‘chefões’ finais que eram quase impossíveis de serem destruídos, chega perde a graça de jogar mas acaba derrotando mesmo

  • Como pessoa que já jogou muito(hoje em dia nem tanto, por falta de tempo), eu posso dizer que prefiro mil vezes um enigma desgraçadamente dificil a qq chefão final. Não só porque eu acho sacanagem eu passar mil anos jogando um jogo e ter que perder meu tempo matando um único personagem que é mais difícil do que o jogo inteiro mas também porque os enigmas não exigem habilidade manual(na maioria das vezes), coisa que me falta, tenho que confesar.

  • Guilherme L. Stolfo says:

    Boa! heheheh

  • Ronaldo says:

    Daniel, eu confesso que não tenho paciência nenhuma, nem mesmo quanto faz sentido dentro da estória como no caso do Hexen e Heretic, jogos que eu adorei na época em que os joguei. Derrotar por velocidade de cliques realmente não faz o meu gênero mesmo se o jogo é quase 100% um quebra-cabeça. Nesses casos, eu roubo mesmo. :-)

    Marcelo, pois é. De certa forma, um chefão final é meio necessário, pois dá um aparente senso de fechamento para o jogo. Tipo em um livro ou filme, em que o herói derrota o vilão final. Mas eu prefiro derrotar por inteligência do que por violência. :-)

    Rafael, como eu não bem não sou um primor em reflexos de jogo, também não gosto de nada que os exiga. Prefiro mesmo derrotar o vilão final com alguma estratégia maluca. São bons os jogos que possuem isso como o Hexen em que você pode se teleportar para fora da arena final e esperar. Se teleportar justamente quando o vilão estiver no ponto em que você ressurge (e você pode atraí-lo para lá), ele simplesmente explode. Isso é que é bom. :-)

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