Ontem o TaQ comentou sobre o desenvolvimento em Rails usando o Vim e hoje ele comenta sobre o desenvolvimento usando Emacs, particularmente sobre a necessidade maior de uso de mouse.
Eu estou usando o ambiente específico que ele menciona (já tinha até escrito alguma coisa aqui também há algum tempo atrás sobre essa extensão) e posso atestar que o uso de mouse é totalmente desnecessário a menos que o usuário deseje isso. Todas as janelas que a demonstração exibe podem ser facilmente acessadas via teclado e qualquer outra funcionalidade exibida também pode ser acessada com algumas seqüências de caracteres. Inclusive, eu prefiro tanto o teclado que contribuí com código para o projeto nesse sentido, aumentando ainda mais a possibilidade de usar os comandos naturais do Emacs.
Se houver tempo, nós próximos dias eu colocarei uma demonstração mais específica do ambiente aqui. Questão de gosto também. Nada “religioso”.
23 Comments
Ou.
Como disse lá, não sabia se tinha algum mapeamento de teclado, agora já sei.
Como você disse, nada religioso e … tem pego na esquina infiel adorador do grande Satã do Emacs!!!
[]’s!
E você acha que eu iria resistir à provocação indevida? Ignorância não é desculpa.
Ainda bem que o próximo evento Rails só é em outubro. Dá um bom tempo da sua raiva esfriar até lá.
Provocação aquilo? Vou me policiar para não contar mais piada de mineiro perto de você (ei, leitores de Minas, relaxem que eu sou 50% mineiro
. Cruz.
E ó: me chamou de “gonorante”, tsc, tsc. Se eu estivesse com raiva mesmo pegava um avião para BH para conversar um “cadim cocê”, seu mala.
Tudo bem, tudo bem. Você não conta piada de mineiro e eu não comento sobre sua proveniência interiorana.
Eu peço desculpas. Já estou começando a ficar preocupado com essa ira de Aquiles. Considerando que você trabalha em uma empresa de transportes que tem a ver com a Gol agora, não posso dar mole. Você me mata e ainda vai e volta por R$10,00.
Agora, falando sério. O suporte ao Rails no Vim ficou muito bacana. Eu é que não consigo mesmo me acostumar com o lance modal de edição. Muito estranho para minha cabeça.
“Nóis é caipira mais é limpim”.
E é bom você controlar mesmo essa ira, Aquiles. Está tão surtadinho que se esqueceu do seu calcanhar. Eu vou aí, te mato, pago só R$ 10 e ainda ganho lanchinho no voô.
Ei, não vale, você adicionou mais texto depois que respondeu …
Mas agora sério: como eu disse lá, é questão de gosto mesmo. O que importa é que os dois são dois p*t*s editores que facilitam muito a nossa vida.
Por que não vale? O blog é meu.
O pior é que nós dois, que nem dois bobos, estamos aqui conversando via blog ao invés de usar um IM. E o lanchinho é dose. Nem me fala naquele treco de goiaba e duas bolachinhas. Dá até vergonha de ser passageiro…
Falando em Vim, você viu o artigo sobre o Vim no Register, com o Bill Joy comentando sobre o que levou à criação do Vim e o motivo dele não ter usado o Emacs na época. Bacana a história por trás.
http://www.theregister.co.uk/2003/09/11/bill_joys_greatest_gift/
Ah é? Me aguarde no meu. Lá ainda você não pode nem comentar hahauhauhauahu.
Aqui para o interioRRR eles dão uns sandubinhas quentes até ajeitadinhos. Pena que o queijo fica todo grudado no fundo do saquinho (do sanduíche, besteirento).
Essa do Bill Joy eu vi esses dias, postei até lá no del.icio.us . Muito interessante sim, tem uns lances da história que ficam perdidos por aí e são muito interessantes. Aquele PDP-10 que ele menciona será que é o mesmo mencionado no Free as in Freedom?
Pô, implementa um trackback ou pingback naquela “coisa” pelo menos. É injustiça. De quê adianta software in-house se não podemos explorar as vulnerabilidades.
Sobre o PDP-10, eu imagino que seja o mesmo. O Joy é daqueles caras que a história move ao redor dele, ao invés do contrário. Eu achei interessante um fator como banda motivar um editor, que é algo que a gente não leva muito em conta. Hoje tem todo esse lance de editores Web 2.0 via Ajax e parece um retrocesso.
Hey, não usem IM não. Tá engraçado demais.
Concordo a discussão ta boa. Eu to com um saquinho de pipocas e coletando apostas: O TaQ vai de ônibus ou de avião atrás do Ronaldo ?
Não percam os próximos capítulos;. XD
Engraçadinho. Como você pode ver, eu e o TaQ somos cavalheiros, mesmo ele sendo um herege da igreja do Vim.
De avião ou de busão, ele vem barato.
É melhor vocês não ficarem provocando ou ele decide ir atrás de vocês.
Desse jeito vou ficar com fama de psicopata. Só porque sou cabeludo.
Ronaldo: Sim! Sim! Essa é, sem sombra de dúvidas, a discussão sobre Emacs versus Vim mais polida que eu já vi na minha vida.
Nem parece coisa de geek.
TaQ: Fama de psicopata não é necessariamente ruim, se vc souber explorar ela direito.
“Compre meu livro, senão…”
Polida? Eu me rio. E se não, imagina o nível das outras…
Sobre o psicopata, não é que o Luiz tem razão? Boa estratégia de marketing.
Bem, agora que os ânimos já esfriaram, eu posso comentar. Eu instalei o Arch e tentei usar o Vim, mas o pacote está com problema. O editor tem dois modos. O que ‘bipa’ e o que não ‘bipa’.
Ok. É definitivo. O TaQ vai matar alguém.
Um que bipa, e um que não bipa!? Huahuahuahuahuahuahua. Eu estou caído no chão, machucado, agora. Não devia ter escrito esse texto.
O TaQ vai matar mesmo. E a gente ainda está tentando convencer o Guaracy a ir em um evento Ruby ou Rails. Agora ficou mais complicado.
Se o TaQ me matar ele não ganha churrasco quando vier no FISL.
Mas ele sabe que é brincadeira. Tem diversas piadas sobre o vi e outras tantas sobre o emacs.
Churrasco? Isso me faz considerar ainda mais seriamente a idéia de ir para o FISL. Filar bóia é comigo mesmo.
Sobre a piada, já contei para várias partidários dos dois lados. Faz sucesso igualmente.
Ronaldo, não da pra soltar um tutorialzinho de como usar o emacs com rails no windows não ?
Opa, Silfar! Tudo bom? O tutorial, para falar a verdade, está em preparação. Eu estou viajando, no momento, mas vou colocar assim que retornar. Apanhando com meu primeiro screencast.
Ei, não vale, só agora que vi vocês caçoando da minha pessoa e do meu editor preferido. :-p
Mas é como o Guaracy disse: é tudo uma brincadeira bem saudável.