Kansas City Shuffle

January 29th, 2007 § 5 comments

It’s a blindfold kickback-type of a game
called the Kansas City Shuffle,
whereas you look left and they fall right
into the Kansas City Shuffle.
It’s a they think, you think, you don’t know,
type of Kansas City hustle
where you take your time,
wait your turn and hang them up, and out to dry.

Assisti esses dias o filme Lucky Number Slevin, que aqui no Brasil foi chamado de Xeque-Mate. É um desses filmes despretensiosos no bom sentido, preocupado com a história e não com efeitos especiais ou coisas desse tipo. O elenco excelente é usado com maestria pelo diretor, resultando em filme em que os piores momentos de atuação estão muito acima da média do que normalmente é visto nesse tipo de filme. A cena entre Morgan Freeman e Ben Kingsley é surreal de tão bem feita.

A história começa com um premissa simples: um caso de identidade trocada que coloca um jovem contra dois chefões do crime. Aí entra a título desta entrada, o Kansas City Shuffe, um suposto golpe em que o alvo olha para esquerda quando deveria estar olhando para direita. E nesse caso, o alvo é o público. O diretor e o escritor admitem livremente isso e o resultado é mais uma vez um filme muito bom para se assistir.

A trilha sonora, por J. Ralph, é excelente e a música que leva o nome do golpe é muito divertida (no site do compositor, como não é possível um link direto, vá em Music, depois no álbum que leva o nome do filme, e escolha a música #19.

Como é óbvio, gostei muito e recomendo.

§ 5 Responses to Kansas City Shuffle"

  • Tiago Bastos says:

    Vi faz uma semana, realmente muito bom! Recomendo também. E dirigido diferente de muitos filmes que vemos.

  • Ronaldo says:

    Pois é. Fazia tempo que eu não via algo que simplesmente contasse a história, cuidasse dos detalhes e tivesse um ritmo legal. Muito bom mesmo. :-)

  • Walter Cruz says:

    Vi semana passada. Muito bom. Até que ficou boa a tradução do título, já que não teria como fazer o trocadilho em português. De fato, acho muito interessante filmes apoiados mais no roteiro que em outra coisa

    Ontem, eu aluguei um desenho. Na capa, Capitão América, Hulk, Thor, Homem de Ferro. Pra todo bom conhecedor de quadrinhos, é óbvio que estamos falando dos Vingadores. Mas a capa ostentava um enorme “Os Supremos”. Mas durante todo o filme, a dublagem dizia “Os Vingadores”… vai entender.

    É manobra kansas city na veia :)

  • Ronaldo says:

    Considerando a história do filme, a tradução do título ficou boa mesmo–principalmente porque o título original só faz sentido depois da história contada. Tradução é sempre uma coisa curiosa.

    E eu viciei foi na música. Ouvindo o dia inteiro hoje. :-)

  • Janaina says:

    Realmente, o filme é super bem escrito…
    E como disse Ronaldo, em seu post, o filme n se preocupa com os efeitos especiais e outras q, sim, ajudam a criar uma obra obra de arte, mas que nao podem ser a tracao principal…

    E essa é uma das razoes para ser tao fascinante, aproduçao elaborou um enredo q (não encontrei palavra melhor) ” nos ereda na trama” … não há como explicar!

    E o interessante é q “Slevin” é engraçado, doce, conquista o publico, como acontece em muitas das novelas brasileiras, mas ao contrario delas, surpreende com a manobra Kansas City… E esse “Slevin” suavisa a visão q o publico tem no final, de um matador bem treinado.

    :)

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