Enquanto (quase) todo mundo está folgando no Carnaval, os “empresários”–popularmente conhecidos como autônomos sem dinheiro–como eu estão correndo para longe do prejuízo tentando terminar projetos.
Eu me consolo apenas com o fato de que não preciso bater ponto mais.

tô no mesmo barco, e t6o mil vezes mais feliz.
pelos menos agora se eu trabalho 240 horas extras o resultados cai diretamente na minha conta bancária, não na do dono da empresa que eu bato ponto.
Nem me fale. Antes de vender a alma, eu tentei prosperar como “empresário”, mas acho que a falta de experiência e o excesso de sonhadorismo atrapalharam bastante.
Os poucos que sabem disso perguntam se eu voltaria a ser “empresário”. Respondo que a pergunta certa não é se e sim quando.
Fábio, com certeza! Ainda mais depois que os sindicatos inventaram o tal do banco de horas, onde você rala, rala e teoricamente tem descontos em dias não-trabalhados que nunca vem porque existem sistemas em produção e você não pode sair de perto ou os mesmos caem.
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Luiz, acho que não tem como evitar um pouco desse sonhadorismo e falta de experiência. São até naturais, na verdade. O que atrabalha bastante–e falo de experiência própria–é a falta de organização. Você sabe que tem que se organizar, mas deixa sempre para depois. E as coisas acumulam e lhe pegam de surpresa. Mas, para isso inventaram o GTD.
Como diria Aristóteles: ” A virtude está no meio”. Ainda acredito mesclar realização pessoal e trabalho. Vamos continuar tentando…
Abs,
Marcelo