Rails na selva

February 22nd, 2007 § 4 comments

De todos meus projetos Rails, esse é definitivamente o mais inusitado: estou a 300 quilômetros ao sul de Palmas, no Tocantins, literalmente no meio do mato (a cidade mais próxima fica a 25 quilômetros de distância), baixando a versão 1.8.5 do Ruby via satélite para atualizar uma máquina de produção. Antes que alguém pergunte porque eu não trouxe o instalador, viagem às pressas dá nisso.

A máquina em questão roda uma sistema customizado desenvolvido completamente em Rails para análise e monitoramento da segurança de determinadas instalações sobre as quais, por razões puramente comerciais, não posso comentar muito no momento.

É uma aplicação bem dinâmica cuja função prioritária é acumular dados e gerar relatórios bem específicos sobre os mesmos que depois serão analisados por técnicos. Relatórios que, aliás, deram um trabalham para funcionar. Ruby e Rails definitivamente precisam de uma solução mais robusta nesse sentido.

Para os leitores que desenvolvem em Rails também: qual foi sua aplicação mais inusitada usando o framework?

§ 4 Responses to Rails na selva"

  • Ronie Uliana says:

    Hahaha, q loco.

    Em Rails ainda não tenho nada de estranho feito. Tudo muito normal. Mas tenho uma em VB 5 no currículo, o programa substituia uma impressora, o mainframe conectava no micro via cabo paralelo e o programa parseava as entradas e alimentava um banco MS-Access. (Já tentou ler porta paralela via VB? Fácil, _depois_ que se descobre como :p)

    Final da história é que a cada 2 semanas tinha q fazer backup do banco e limpar o banco operacional pq 1 milhão de linhas estourava o Access 😀

  • Marcos Silva Pereira says:

    Em qual cidade você está? Conheço um pouco do Tocantins.

    valeuz…

  • Link por satélite? Só para eu completar meus dados sobre o projeto OLPC: quanto custa este link? Qual a velocidade?

  • Ronaldo says:

    Ronie, carambola! Essa foi uma das mais cabulosas que eu já ouvi, Rails ou não. Eu já mexi bastante com VB e até me doeu ouvir essa. Eu não quero nem pensar no quanto você sofreu na época. Depois dessa, até Java é tolerável. :-)

    Marcos, eu estava próximo de Dianopólis. Bem perto do fim do mundo, por sinal.

    Meira, eu não tenho a menor idéia de quanto custava o link porque ele era da obra em si. A velocidade, como o dia estava nublado, estava próxima dos 128kbps.

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