RSS interativo, II

March 30th, 2007 § 0 comments § permalink

Parece que o tema de RSS como uma plataforma está voltando lentamente à baila: Cory Doctorow, no BoingBoing, descreve em termos quase líricos a apresentação de Matt Webb sobre um conceito que este chama de RSS-I, nome curto de RSS interativo. Um agregador RSS-I seria capaz de apresentar conteúdo dinâmico e permitir que o usuário interagisse com esse conteúdo de um modo que os atuais agregadores não permitem–no exemplo dado por Matt em sua apresentação, seria possível subscrever-se a um feed com todas ações que você possui pendentes (moderação em listas de discussão, adicionar amigos em instant messengers, aprovar pessoas no Orkut, etc) e agir sobre esses elementos diretamente do agregador.

A idéia, sem sombra de dúvida, é interessante. Eu já escrevi sobre o assunto aqui em duas ocasiões. Ironicamente, um dos textos, datado de quase dois e anos meio atrás, tinha o título RSS interativo e descrevia um experimento baseado na possibilidade de distribuir um curso inteiramente via RSS. Embora seja um exemplo limitado, principalmente por questões de segurança inerentes aos agregadores atuais, o experimento demonstra essa seria uma excelente maneira de distribuir conteúdo dinâmico via RSS. O experimento ainda funciona e pode oferecer uma pequena idéia do que seria possível fazer.

Em um outro artigo mais recente, de cerca de um ano atrás, eu considerava mais uma vez o RSS como plataforma, pensando principalmente na questão de segurança anteriormente citada. A arena de RSS sempre esteve um pouco confinada a textos estáticos, principalmente pela dificuldade em lidar com essas questões, um medo que data desde o famoso stunt usado por Mark Pilgrim para ilustrar o tema. Atualmente, com a possibilidade de usar Ajax e algo como o Flex em um feed seria uma justificativa mais do que suficiente para repensar tais limitações. Aliás, Flex ou Flash puro hoje seria possivelmente uma alternativa mais viável, considerando não só a capacidade dinâmica de tais produtos como a facilidade maior em se controlar a segurança de distribuição de conteúdo nesse formato.

Infelizmente, hoje ainda é difícil experimentar com esse tipo de formato interativo por causa das limitações anteriormente descritas. Mesmo assim, seria interessante pensar em mais formas de explorar o conceito. Com mais pessoas pensando sobre o assunto, porém, a situação pode mudar rapidamente. Será bem legal acompanhar as vastas possibilidades que esse campo pode oferecer.

Ubuntu 7.04

March 29th, 2007 § 7 comments § permalink

Acho que vou ter que concordar com o Bruno Alves, no Meio Bit: estragaram o Linux. Ontem fiz o upgrade do meu notebook para a versão 7.04 do Ubuntu, que está em beta.

Essa é a segunda atualização que eu faço do Ubuntu e o processo está cada vez mais refinado. Com exceção de algumas perguntas desnecessárias no meio da instalação (que poderiam ter atrapalhado a vida de um usuário menos experiente), trocar seu sistema operacional praticamente inteiro é apenas uma questão de deixar a máquina fazer seu trabalho. O processo todo tomou menos do que duas horas, a maior parte das quais foi gasta baixando os pacotes da Internet. Depois de reiniciar o computador, tudo funcionando perfeitamente.

Em relação às melhorias cosméticas gostei do fato de que aplicações anteriormente sem entradas no menu agora estão lá, e não gostei do fato de que o tema possui alguns ícones menos refinados que a versão anterior. Isso pode mudar, é claro, até a versão final.

Um outro detalhe foi que minha versão do VMWare parou de funcionar. O módulo não compila mais sob o kernel atual e provavelmente eu preciso baixar alguma coisa extra. Isso fica para depois, já que não estou usando tanto o VMWare atualmente e isso sempre acontece quando mudo de versão. Atualização: o problema foi mais simples de resolver do que eu pensava.

Apesar no nome ligeiramente colorido dessa versão, ela está bem robusta. Realmente, para quê Windows.

Star Trek: The Next Generation

March 28th, 2007 § 12 comments § permalink

Esses dias, terminei de ver os 178 episódios da série Star Trek: The Next Generation. Ver todos episódios ao longo de uns poucos meses foi algo bem interessante porque me permitiu notar de uma maneira mais fácil a evolução da série e compará-la com outras de ficção científica, recentes ou não, que eu estava assistindo na época.

The Next Generation foi um série que evoluiu bastante. Começando como uma nova tentativa de fazer a sua versão clássica funcionar novamente–indo ao ponto de incluir as roupas curtas para tentar cativar a audiência notoriamente masculina–terminou com uma série que abriu o caminho para dezenas de outras similares.

De uma maneira geral, eu acho que The Next Generation agüenta relativamente bem o teste do tempo, como uma série de ficção científica. É claro que muito dos temas que foram tratados na época teriam um enfoque completamente diferente atualmente mesmo que esse novo enfoque fosse dado apenas pela mera passagem do tempo. Alguns de seus temas, como o direito de auto-determinação, permanecem perenamente atuais.

The Next Generation foi uma série limitada pelo seu tempo–algo que transparece principalmente em seu formato episódico fechado, sempre retornando ao status quo ante ao final de cada episódio–e ainda assim, uma série idealista, com uma visão bem otimista do futuro que servia como um contraponto ao clima político de então. Os anos seguintes à Guerra Fria, por exemplo, viram o surgimento de vários conflitos similares no universo da série que culminariam em explorações de suas conseqüências em outras séries.

O último ano da série, já afetado pelo sucesso de Star Trek: Deep Space Nine, adquiriu um tom mais frenético, como se os produtores e escritores quisessem mostrar tudo o que não tinham mostrado anteriormente, inclusive algo que havia sido uma crítica perene à série: a ausência de conflitos entre os personagens principais. Apesar disso, o ano final não foi suficiente para gerar o tipo de conflito que se esperaria de uma série já com sete anos de produção.

Esse talvez tenha sido o maior pecado da série: uma certa frieza inconsciente. Personagens perfeitos, com a irônica exceção de Data, que era uma máquina; um capitão estado-da-arte, incapaz de salvar uma civilização por medo de violar uma diretriz; conflitos externos para não remover a aura de que a humanidade tinha abdicado de suas piores emoções: tudo isso contribuiu para não deixar que a série transcendesse suas origens.

Mesmo com essa percepção, eu sei que eventualmente vou rever a série. Eu sempre tive um fraco pelo otimismo abundante do universo da série e se ela falha por limitações do formato isso impede minha apreciação. Ao contrário, as falhas realçam os sucessos. Como na primeira série, o sense of wonder permanece um fator que o tempo não vai dissipar.

BarCamp, descomprimindo

March 27th, 2007 § 5 comments § permalink

O Sérgio Lima e o Luiz Rocha já fizeram suas respectivas descompressões do BarCamp e eu achei apropriado dar uma finalizada naquilo que experimentei também. O evento teve uma repercussão imensa (1, 2) na blogosfera brasileira e como não poderia deixar de ser, teve gente que gostou e teve gente que odiou.

Como eu nunca tinha participado de um evento similar, eu tive uma experiência ótimo. Os motivos que me levaram a ir foram duplos: primeiro, eu queria conhecer o pessoal que ia, gente que está no meu blogroll há muito tempo e que eu nunca tinha visto pessoalmente; segundo, a idéia do evento, um conferência sem palestrantes e sem tema, me atraía bastante.

O resultado é que eu achei a experiência incrível. Conheci muita gente que eu queria conhecer, e até quem eu não queria; ouvi discussões interessantes; participei de outras também interessantes; e, de uma maneira geral, me diverti muito.

O Sérgio apontou inicialmente o que o Luiz disse, mas não custa repetir aqui:

[O BarCamp passa] longe de ser um oráculo, diga-se de passagem. Nenhuma resposta apareceu durante o evento. Mas muitas vezes, é muito mais importante refinar e melhorar a pergunta do que simplesmente fazer uma masturbação mental tola em busca da resposta.

Concordo plenamente. O BarCamp não era um evento para quem estava achando que haveria algo mais do que a sabedoria (ou imbecilidade) coletiva dos participantes. Dito isso, alguns pontos específicos:

Não tinha gente de peso
Sinceramente, eu fico até feliz que o evento não tenha sido dominado por gente de peso. Tudo bem, havia os famosos da blogosfera e, de certa forma, eles dominaram algumas sessões. Mas de resto, o evento foi realmente comunitário. Tinha gente que queria ver luminares da publicidade, ciência, educação. Se fosse para ver esse pessoal repetir conceitos ultrapassados, eu não teria me dado ao trabalho de sair de Belo Horizonte. Caramba! Na verdade, vai até além disso. O BarCamp foi criado como uma resposta ao FooCamp, que também é uma desconferência, mas elitista. Se houvesse gente de peso, provavelmente eu não teria nem conseguido entrar, mero blogueiro que sou. Para bem ou para mal, eu queria ouvir o que meus peers pensam. Se a visão que eles tem das coisas pelas quais me preocupo bate com a minha ou não. E não, por quê. Eu não quero ficar sentando uma palestra ouvindo um publicitário famoso dizer como está usando blogs para promover seus produtos. Been there. Done that.
As palestra foram dominadas por assuntos pelos quais eu não me interessava
Confesso que eu mesmo reclamei disso. Foi necessário um comentário do André Avório para que eu parasse e pensasse que, se não houve palestras sobre os assuntos que eu queria ouvir, foi porque eu não corri atrás e fiz acontecer. Ironicamente, como respondi a ele em outro comentário, até o nome do meu blog deveria ter me alertado para meu erro. Eu dei esse nome ao blog porque sempre vi a blogosfera como um imenso salão de espelhos, onde as imagens se repetem, se contorcem, se fundem, se transformam e criam algo novo no processo. O BarCamp também é um salão de espelhos e a experiência que se tira dele está diretamente ligada à sua própria ação no mesmo. Não há nada de místico aqui. No segundo dia, eu juntei um pessoal que queria falar sobre desenvolvimento Web, algo que não tinha surgido no primeiro dia, e aconteceu uma boa discussão. Pelos comentários, relatos e e-mails que recebi depois, várias pessoas acharam excelente a nossa pequena conversa. E isso provou, pelo menos para mim, que o BarCamp funciona.
Os melhores papos rolaram do lado de fora
Ótimo! Se o evento é uma desconferência, essas reuniões do lado de fora são despalestras. A natureza ad-hoc do evento tinha justamente a intenção de criar o clima necessário para esse tipo de intercâmbio. Pensando nisso depois, eu percebi que, para muitas das palestras sobre as quais o pessoal reclamou, houve uma contra-palestra do lado de fora. Mais um motivo para eu ter gostado, a despeito das minhas reclamações iniciais.

Esse texto não é uma tentativa de dizer que o BarCamp foi isento de problemas. Mas, mesmo considerando os problemas, o resultado foi fantástico. Meu irmão (não consigo que o dito cujo se anime a ter um blog de jeito nenhum) organiza várias conferências por ano e ficou bem empolgado com a idéia porque ela dá uma voz ativa a todos os participantes. Concordo. Além disso, várias sessões aconteceram com o único propósito de melhorar o formato, facilitar a ignição das conversas e fornecer ferramentas mais ágeis para os participantes.

Tampouco é uma tentativa de criticar quem achou que o evento foi ruim. É só uma tentativa de apontar algo da compreensão que eu ganhei sobre o evento. Fabião, não fique bravo!

Resumindo algo que já está mais longo do que eu gostaria, espero ter a oportunidade de participar de outros eventos similares e, quem sabe, organizar ou ajudar a organizar um deles aqui em Belo Horizonte. Se apenas eu pudesse evitar as fotos, principalmente as que deixam sua incipiente careca à mostra…

Paulo Coelho? Oh, o horror, o horror! E Heinlein?

March 27th, 2007 § 4 comments § permalink

Pelo visto, citar o Paulo Coelho em um texto é o mesmo que invocar a lei de Goldwin em um certo sentido: a discussão acaba imediatamente; ou vocês estão de sacanagem comigo. Das duas, uma. :-)

Quando eu disse que leio Paulo Coelho, eu disse que o leio porque acho que ele escreve o suficientemente bem para me entreter. Ou pelo menos escrevia. O único recente dele que eu li foi o Onze Minutos e não vi nada de interessante em termos de ficção. Os primeiros dele, especialmente o Alquimista e Brida são boas estórias se você não tentar usar aquilo como lição para sua vida.

Eu não considero Paulo Coelho como escritor de auto-ajuda. Aliás, do meu ponto de vista, jamais li um livro de auto-ajuda em toda minha vida. Se o Paulo Coelho acha que seus livros são revelações místicas que podem levar seus leitores a um plano superior, eu não poderia me importar menos. Eu leio Robert A. Heinlein e gosto muito. E os livros deles estavam cheio de doutrinas militaristas extremamente desagradáveis. Nem por isso ele deixava de contar uma boa estória.

O ponto inteiro do meu texto foi o seguinte: existem livros que lemos só para descansar a mente, para parar no meio do um dia agitado, talvez, e deixar o técnico de lado, ler uma boa estória sem se preocupar com considerações filosóficas profundas. Eu acho que o Paulo Coelho escreve bem o suficiente para isso. Se você concorda ou não, não tem problema.

E se você não consegue engolir um autor brasileiro, guru auto-proclamado, que tal o L. Ron Hubbard? Tudo bem que ele fundou a Cientologia, mas Battlefield: Earth é uma estória muito gostosinha de se ler.

O inglês possui a palavra yarn, que traduzida livremente significa conto. Mas a palavra é usada muito para aqueles estórias cujo único propósito é divertir. Para mim, os livros do Paulo Coelho são isso: bons yarns. Como os livros do Hubbard e de muitos outros escritores. E nem por isso deixam de ter sua utilidade. Ainda está para chegar o dia que eu só vou ler literatura considerada “séria”. Quando esse dia chegar, me dêem um tiro na cabeça.

39 graus e descendo

March 27th, 2007 § 13 comments § permalink

Voltei do BarCamp com um febrão de 39 graus. Depois de várias sessões de dipirona, a febre cedeu mas hoje parece que passaram com um trator em cima de mim. Ontem eu tinha a intenção de escrever um pouco mais sobre alguns assuntos que rolaram lá, comentar um pouco mais sobre o que já tinha escrito, mas não deu. Dormi três vezes 10 horas com intervalos acordados de 2 ou 3 horas. Vai saber, fiquei parecendo aquelas crianças que quando ficam empolgadas demais com alguma coisa, ficam doentes. :-) Mais tarde espero escrever alguma coisa.

BarCamp Sampa VI

March 25th, 2007 § 8 comments § permalink

Finalizei minha participação no BarCamp aqui em Sampa e, apesar dos problemas, gostei da experiência. Saí um pouco mais cedo, ás cinco da tarde, mas a discussão ainda continuava forte em algumas salas. Ironicamente mais uma vez, depois de ter falado sobre uma boa noite de sono, comecei a me sentir mal no final da tarde, e agora parece que estou nas garras de uma gripezinha alérgica brava, com alguns graus a mais do que deveria estar. :-)

Hoje, depois de mais uma interrupção, conseguimos fazer uma sessão rápida sobre desenvolvimento Web e as possibilidades que vem por aí com comentários bem interesssantes do pessoal. O Jonas Galvez, que sumiu depois só Deus sabe lá para onde, mostrou um pouco do trabalho de codificação do Blogamundo, que é Rails pesado. Ficamos em opiniões opostas em muitas de nossas visões, algo que é ideal para esse tipo de conversa.

Dos problemas, eu acho que o maior foi a agregação excessiva nas palestras. No começo do evento, tínhamos dezenas de tags para discutir e depois, na hora de colocar no mural para coordenar, só sobraram os macro-tags, como blogs. Embora a idéia de uma desconferência seja legal, acho que deve existir uma certa fomentação de temas. Seria muito mais proveitoso se os organizadores houvessem preenchido parcialmente o quadro com micro-tags. As pessoas apareceriam e as conversas aconteceriam mais naturalmente. Na palestra de blogs, por exemplo, o tópico era, na verdade, pro-blogging e monetização. Naturalmente, as pessoas acabaram discutindo mais sobre o que queria por fora.

Pena mesmo foi que minha câmera tinha ido para o céu das máquinas um tempo atrás. Gostaria de ter tirado fotos.

No segundo dia, como o Luiz Rocha apontou, o local menor levou a uma focalização maior nos assuntos com algumas discussões bem legais. De qualquer forma, todavia, entretanto, porém, gostei do evento em si. Contatos legais e uma validação do “as pessoas se reconhecem como tal pelo som desta voz”.

Now, logging off for the rest of the night. :-)

BarCamp Sampa V

March 25th, 2007 § 5 comments § permalink

A conversa matinal do BarCamp Sampa sobre sustentabilidade e modelos de negócio na Web foi bem mais interessante do que a parte da conversa sobre blogs que eu vi ontem. Ainda houve um foco bem grande sobre monetização, mas com um tanto a mais de balanço. Eu ainda percebo que há bastante confusão entre os blogueiros sobre o formato e a atividade. Hoje não dá tempo, mas pretendo falar um pouco mais sobre isso em entradas futuras.

O interessante dessa história toda é que eu acho que os blogueiros que já estão fazendo isso há algum tempo estão começando a experimentar um certo choque futuro em relação a alguns assuntos. Isso, não porque não estejam antenados o suficiente, mas porque vem de um meio subscrito a modelos que estão se tornado obsoletos e isso colore obviamente algumas percepções.

Ainda assim, um papo bem interessante. Infelizmente, hoje a maioria dos participantes correu do evento. O que falhou ontem em termos de conversas poderia ter funcionado hoje. Mas, não adianta chorar sobre o leite derramado. Mais comentários depois.

BarCamp Sampa IV

March 25th, 2007 § 0 comments § permalink

Continuando no BarCamp Sampa, o dia hoje começou com um pessoal mais reduzido e com conversas mais focalizadas. Depois de uma apresentação rápida, o pessoal se dividiu em algumas poucas palestras focando principalmente em sustentabilidade e modelos de negócios na Internet, a própria organização do BarCamp.

Mais tarde deve rolar uma sessão sobre desenvolvimento Web herético, pensando um pouco no que podemos diferenciar em termos daquilo que está sendo feito hoje e aceito como a sabedoria adquirida. Pode se provar bem interessante.

BarCamp Sampa IV

March 25th, 2007 § 0 comments § permalink

Continuando no BarCamp Sampa, o dia hoje começou com um pessoal mais reduzido e com conversas mais focalizadas. Depois de uma apresentação rápida, o pessoal se dividiu em algumas poucas palestras focando principalmente em sustentabilidade e modelos de negócios na Internet, a própria organziação do BarCamp.

Mais tarde deve rolar uma sessão sobre desenvolvimento Web herético, pensando um pouco no que podemos diferenciar em termos daquilo que está sendo feito hoje e aceito como a sabedoria adquirida. Pode se provar bem interessante.

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