Observações randômicas:
Seguindo as dicas do Élcio, configurei o meu laptop para rodar o Beryl. Funcionou sem problemas e serviu para impressionar todo mundo que viu. Não sei se vou continuar rodando, considerando as vantagens de um desktop mínimo, mas é bem bonitinho.
A nova versão no Ning é muito bacana e permite a criação de sites “sociais” de uma maneira bem prática e eficiente. Como combina fóruns, blogs, gerenciadores de fotos e vídeos em uma interface bem descomplicada, é um competidor forte aos outros serviços desconexos que existem hoje. A versão anterior permitia pegar o código gerado para customização sem maiores problemas também. Não vi um link óbvio para isso, mas imagino que mantenha o que era o maior atrativo do serviço.
O Alex Castro comenta sobre a releitura de livros infanto-juvenis, considerando aqueles que sobrevivem na idade adulta e aqueles que se mostram fracos e mal-escritos. Concordo plenamente sobre O Gênio do Crime, do qual ainda tenho uma cópia desgastada por leituras freqüentes quando mais novo. Harry Potter (ou Haroldinho Maconheiro, como diria o TaQ), ainda não li: estou esperando a série terminar por causa da minha birra com autores demorados. Li O Escaravelho do Diabo algum tempo atrás e ainda achei bem razoável; talvez não tão bom quanto eu me lembrava, mas ainda passando no teste do tempo.
Ainda não achei uma solução GTD que atenda todos meus critérios. Enquanto o Propel’r não sai, para se sujeitar a um teste, fico com meus métodos de baixa tecnologia ainda. Se, no meio tempo, alguém descobriu alguma ferramenta interessante, não deixe de me dar a dica.
Assistir a trilogia O Senhor dos Anéis na versão estendida se provou uma tarefa realmente laboriosa: só consegui assistir os dois primeiros até o momento. Vou assistir o terceiro amanhã e depois comento aqui. Estou quase me convencendo a comprar as caixas.

O Gênio do Crime foi um daqueles livros que marcou a minha infância e eu o culpo por ter, hoje, um enorme prazer de ler.
Gênio mesmo é o autor, por uma sacada tão grande. Eu já emprestei o livro para vários filhos de amigos e todos gostaram. Deu até vontade de ler novamente depois de comentar aqui.
Deu vontade é de colecionar figurinhas depois de relembrar esse livro.
Pensando nisso, fico imaginando se é possível que meus filhos venham a ter uma infância tão simples quanto colecionar figurinhas…
>> Ainda não achei uma solução GTD que atenda todos meus critérios
oportunidade de desenvolvimento a vi$$$ta?
if you like the idea mail me!
Luiz, pior é que dá vontade mesmo…
Sobre a infância de nossos filhos, acho que dá sim. O meu, estou misturando as duas coisas: ele sabe cantigas de roda, gosta de brincar com coisas simples com pauzinhos de madeira e também joga Luxor no computador.
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Fábio, se eu tivesse grana eu até pagava. Infelizmente, o orçamento está para lá de curto.