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	<title>Comments on: A história com fim</title>
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	<description>Ainda movido por uma contradição em termos</description>
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		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3383</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 15:09:25 +0000</pubDate>
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		<description>Pois então, é justamente isso o que eu penso. Eu acho que se a pessoa é competente o suficiente para ser reconhecida, dificilmente ela não será competente para gerenciar bem o seu próprio tempo. Isso é o que as empresas não reconhecem porque sempre acham que o funcionário vai se perder ou porque todos funcionários tem que ser iguais.

Ironicamente, eu trabalhei na área de TI de uma empresa de engenharia e eu não tinha qualquer acesso à Internet, nem e-mail. Para buscar documentação, eu tinha que perdir permissão ao gerente. Incrível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois então, é justamente isso o que eu penso. Eu acho que se a pessoa é competente o suficiente para ser reconhecida, dificilmente ela não será competente para gerenciar bem o seu próprio tempo. Isso é o que as empresas não reconhecem porque sempre acham que o funcionário vai se perder ou porque todos funcionários tem que ser iguais.</p>
<p>Ironicamente, eu trabalhei na área de TI de uma empresa de engenharia e eu não tinha qualquer acesso à Internet, nem e-mail. Para buscar documentação, eu tinha que perdir permissão ao gerente. Incrível.</p>
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		<title>By: DM</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3353</link>
		<dc:creator>DM</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 15:08:30 +0000</pubDate>
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		<description>Imaginem um funcionário em uma função que requer criatividade e agilidade e que é o apoio de uma equipe baseada em criatividade. Um exemplo que me vem à mente é o funcionário que desenvolve os programas de cálculos que ajudam uma equipe enorme de engenharia (algo como uma concessionária de energia elétrica).

Todo o software que essa pessoa desenvolve é interno à empresa e não será comercializado -- o software é a fonte da agilidade da equipe, e vendê-lo é como matar a galinha dos ovos de outro para pegar os ovos que estão dentro dela.

Eu, como administrador, cobraria só uma coisa desse profissional: resultado. O resto é com ele. Se eu impor algum limite artificial, como imepedir o uso de mensageiros, e-mail e internet, acabarei ceifando o seu acesso a informação importante (desde documentação de APIs e fóruns técnicos até aquela conversa informal com um antigo colega que dá uma luz para uma dúvida dele).

E eu cheguei a conhecer uma empresa de engenharia onde o acesso a internet era totalmente proibido, poucos projetistas &quot;selecionados&quot; tinham e-mail e nenhum tinha mensageiros -- mesmo que para uso interno à empresa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginem um funcionário em uma função que requer criatividade e agilidade e que é o apoio de uma equipe baseada em criatividade. Um exemplo que me vem à mente é o funcionário que desenvolve os programas de cálculos que ajudam uma equipe enorme de engenharia (algo como uma concessionária de energia elétrica).</p>
<p>Todo o software que essa pessoa desenvolve é interno à empresa e não será comercializado &#8212; o software é a fonte da agilidade da equipe, e vendê-lo é como matar a galinha dos ovos de outro para pegar os ovos que estão dentro dela.</p>
<p>Eu, como administrador, cobraria só uma coisa desse profissional: resultado. O resto é com ele. Se eu impor algum limite artificial, como imepedir o uso de mensageiros, e-mail e internet, acabarei ceifando o seu acesso a informação importante (desde documentação de APIs e fóruns técnicos até aquela conversa informal com um antigo colega que dá uma luz para uma dúvida dele).</p>
<p>E eu cheguei a conhecer uma empresa de engenharia onde o acesso a internet era totalmente proibido, poucos projetistas &#8220;selecionados&#8221; tinham e-mail e nenhum tinha mensageiros &#8212; mesmo que para uso interno à empresa!</p>
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		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3333</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2007 13:38:02 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o Scott Adams, excelente ponto. :-) Acho que, muitas vezes, percebemos só os casos de sucesso e esquecemos que toda distribuição é parecida. Estamos vendo só uma ponta da curva.

Quanto à Internet, eu me acho particularmente mais produtivo conectado. Mas isso tem muito a ver com o fato de que eu pesquiso muito e estou sempre procurando comparar o que faço com a sabedoria adquirida na área.  Mas há as desvantagens também, em termos de distração.

Finalmente, no que tange à arte é o que respondi em outra mensagem, eu discordo com um pouco. Eu acho que é realmente possível injetar &quot;arte&quot; em qualquer profissão. É até uma questão de sobrevivência profissional em termos de satisfação com o que se faz. Mas acho que no caso de programação, essa parte é subestimada. Ela é exigida continuamente, e de uma forma quase que intuitiva, mas não é considerada como parte do processo, que sempre é desenhado para produtividade em série. Daí as chamadas &quot;fábricas de software&quot;. A busca no Google não vale. :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o Scott Adams, excelente ponto. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Acho que, muitas vezes, percebemos só os casos de sucesso e esquecemos que toda distribuição é parecida. Estamos vendo só uma ponta da curva.</p>
<p>Quanto à Internet, eu me acho particularmente mais produtivo conectado. Mas isso tem muito a ver com o fato de que eu pesquiso muito e estou sempre procurando comparar o que faço com a sabedoria adquirida na área.  Mas há as desvantagens também, em termos de distração.</p>
<p>Finalmente, no que tange à arte é o que respondi em outra mensagem, eu discordo com um pouco. Eu acho que é realmente possível injetar &#8220;arte&#8221; em qualquer profissão. É até uma questão de sobrevivência profissional em termos de satisfação com o que se faz. Mas acho que no caso de programação, essa parte é subestimada. Ela é exigida continuamente, e de uma forma quase que intuitiva, mas não é considerada como parte do processo, que sempre é desenhado para produtividade em série. Daí as chamadas &#8220;fábricas de software&#8221;. A busca no Google não vale. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>By: Guaracy Monteiro</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3324</link>
		<dc:creator>Guaracy Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 03:42:58 +0000</pubDate>
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		<description>Só para prestigiar o tópico, já que é um assunto interessante e polêmico, mais algumas considerações (espero que não termine no capítulo dois do livro que iniciei antes)

Trabalhar em empresa americana? Será que o Scott Adams baseia-se em empresas brasileiras para fazer as tirinhas dele? E, casualmente, são de um setor bem específico. ;-)

Será que eu necessito de internet, im e etc para ser criativo? Não. É uma característica de cada um. Certamente a internet facilita a pesquisa (se eu sei, não necessito muito da internet e um comunicador, pode ser apenas interno, ou levantar-se um pouco que é bom para a saúde :-)

Quanto a arte, é algo relativo. Diversas profissões incluem a &#039;arte&#039; com uma adicional. Faz bem para o ego. É como as empresas que deixam de chamar seus funcionários de empregados e passam a chamá-los de &#039;colaboradores&#039;. Psicologicamente gratificante. Mas parece que administração se sai melhor ou, tem mais &#039;artistas&#039;. Basta procurar no Google [administração &quot;ciencia ou arte&quot;] e trocar por programação para ver o que retorna mais resultados. O fato é que existem bons ou maus profissionais em qualquer área. O WTF está aí para mostrar as obras-primas de alguns programadores. :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para prestigiar o tópico, já que é um assunto interessante e polêmico, mais algumas considerações (espero que não termine no capítulo dois do livro que iniciei antes)</p>
<p>Trabalhar em empresa americana? Será que o Scott Adams baseia-se em empresas brasileiras para fazer as tirinhas dele? E, casualmente, são de um setor bem específico. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Será que eu necessito de internet, im e etc para ser criativo? Não. É uma característica de cada um. Certamente a internet facilita a pesquisa (se eu sei, não necessito muito da internet e um comunicador, pode ser apenas interno, ou levantar-se um pouco que é bom para a saúde <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quanto a arte, é algo relativo. Diversas profissões incluem a &#8216;arte&#8217; com uma adicional. Faz bem para o ego. É como as empresas que deixam de chamar seus funcionários de empregados e passam a chamá-los de &#8216;colaboradores&#8217;. Psicologicamente gratificante. Mas parece que administração se sai melhor ou, tem mais &#8216;artistas&#8217;. Basta procurar no Google [administração "ciencia ou arte"] e trocar por programação para ver o que retorna mais resultados. O fato é que existem bons ou maus profissionais em qualquer área. O WTF está aí para mostrar as obras-primas de alguns programadores. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>By: Pescuma &#187; Deixa eu te contar uma historinha&#8230;</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3323</link>
		<dc:creator>Pescuma &#187; Deixa eu te contar uma historinha&#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 20:56:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] A história com fim [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A história com fim [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3314</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 12:24:15 +0000</pubDate>
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		<description>Guaracy, você está virando meu advogado do diabo. Eu blogo algo e você me força a pensar melhor nos outros lados. Vamos lá. :-)

Pessoalmente, eu não subestimo administrador. Sem eles, nenhuma empresa andaria e, inclusive, a minha maior dificuldade enquanto &quot;empresário&quot; hoje é justamente essa parte, já que não tenho nem talento nem vocação para a coisa e estou tentando aprender por osmose. 

Já vi muitas empresas colapsarem por serem administradas por médicos, programadores, analistas de sistemas, engenheiros, etc, etc, tudo menos um administrador. Portanto, concordo com o seu ponto, empresas devem ser administradas por administradores. 

Acho que aqui está outro grande ponto do Peopleware: um pouco de burocracia é aceitável; qualquer coisa além disso vai fazer o barco afundar a longo prazo. É um pouco complicado passar a visão disso do livro, mas ele realmente foca na individualidade dos programadores. Peopleware é um livro bem específico, para uma área bem específica. Como eu mencionei anteriormente, ele se fixa no fato de que empresas de tecnologia de informação são extremamente diferentes e exigem estratégias bem diferentes por causa disso. Eu concordo intuitivamente com o livro por causa da minha experiência, embora os autores tenham fatos e estatísticas recolhidas ao longo de anos para apoiar suas idéias  estranhas. 

Há uma seção inteira do livro dedicada ao gerenciamento de mudança, falando exatamente o que você disse acima: que todo mundo absolutamente detesta mudança. O livro descreve algumas estratégias interessantes para lidar com isso, inclusive com o uso de um processo semi-caótico para facilitar a mudança e aumentar a aceitação. 

Voltando ao ponto básico, o livro deixa a entender que, se pessoas são difíceis, programadores são possivelmente ainda mais difíceis. Na verdade, programadores aqui poderia ser substituído por qualquer área com um componente maior criativo colocado na mesma, em contraposição a áreas onde os processos são bem definidos. Por isso, lá pelas tantas, os autores comentam, por exemplo, sobre a questão de horário e mostram como isso pode ser tratado em função dessas necessidades individuais sem prejudicar a empresa. 

Acho que quando o Cardoso falou em .com, ele estava falando mais dos exemplos notórios como 37signals, Fog Creek, etc. A Microsoft já é bem velha e particionada demais. No caso, provavelmente teríamos que considerar alguma área dentro da mesma.

Sobre os blogs, eu acho que eles são um fator positivo. Não são a solução, mas fornecem um ponto de contato com mais experiências do que livros e cursos--que tendem a ter uma aproximação mais condensada e fixa--podem oferecer. Não são uma solução, mas uma ajuda.

A questão talvez seja até que casas como FGV, FDC, etc, tendem a formar administradores com uma metolodia que se renova muito lentamente para conseguir resolver os problemas dinâmicos que estão surgindo hoje. Não é que não funcionem em absoluto. Mas essa não é o ponto. O ponto é funcionar otimamente.

Espero que a verborréia seja compreensível. :-)

---

Rafael, exatamente isso. Existe uma certa percepção que essas coisas levam a produtividade para o buraco. Eu me lembro da segunda firma de TI que trabalhei: eu navegava aproximadamente 20% do tempo total. Meu nome sempre estava no topo dos logs de acesso e uso de banda. E mesmo assim, nunca me chamaram a atenção, porque a minha produtividade continuava bem acima da média. É dessa ssa compreensão, ou a falta dela, na verdade, que Peopleware trata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guaracy, você está virando meu advogado do diabo. Eu blogo algo e você me força a pensar melhor nos outros lados. Vamos lá. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Pessoalmente, eu não subestimo administrador. Sem eles, nenhuma empresa andaria e, inclusive, a minha maior dificuldade enquanto &#8220;empresário&#8221; hoje é justamente essa parte, já que não tenho nem talento nem vocação para a coisa e estou tentando aprender por osmose. </p>
<p>Já vi muitas empresas colapsarem por serem administradas por médicos, programadores, analistas de sistemas, engenheiros, etc, etc, tudo menos um administrador. Portanto, concordo com o seu ponto, empresas devem ser administradas por administradores. </p>
<p>Acho que aqui está outro grande ponto do Peopleware: um pouco de burocracia é aceitável; qualquer coisa além disso vai fazer o barco afundar a longo prazo. É um pouco complicado passar a visão disso do livro, mas ele realmente foca na individualidade dos programadores. Peopleware é um livro bem específico, para uma área bem específica. Como eu mencionei anteriormente, ele se fixa no fato de que empresas de tecnologia de informação são extremamente diferentes e exigem estratégias bem diferentes por causa disso. Eu concordo intuitivamente com o livro por causa da minha experiência, embora os autores tenham fatos e estatísticas recolhidas ao longo de anos para apoiar suas idéias  estranhas. </p>
<p>Há uma seção inteira do livro dedicada ao gerenciamento de mudança, falando exatamente o que você disse acima: que todo mundo absolutamente detesta mudança. O livro descreve algumas estratégias interessantes para lidar com isso, inclusive com o uso de um processo semi-caótico para facilitar a mudança e aumentar a aceitação. </p>
<p>Voltando ao ponto básico, o livro deixa a entender que, se pessoas são difíceis, programadores são possivelmente ainda mais difíceis. Na verdade, programadores aqui poderia ser substituído por qualquer área com um componente maior criativo colocado na mesma, em contraposição a áreas onde os processos são bem definidos. Por isso, lá pelas tantas, os autores comentam, por exemplo, sobre a questão de horário e mostram como isso pode ser tratado em função dessas necessidades individuais sem prejudicar a empresa. </p>
<p>Acho que quando o Cardoso falou em .com, ele estava falando mais dos exemplos notórios como 37signals, Fog Creek, etc. A Microsoft já é bem velha e particionada demais. No caso, provavelmente teríamos que considerar alguma área dentro da mesma.</p>
<p>Sobre os blogs, eu acho que eles são um fator positivo. Não são a solução, mas fornecem um ponto de contato com mais experiências do que livros e cursos&#8211;que tendem a ter uma aproximação mais condensada e fixa&#8211;podem oferecer. Não são uma solução, mas uma ajuda.</p>
<p>A questão talvez seja até que casas como FGV, FDC, etc, tendem a formar administradores com uma metolodia que se renova muito lentamente para conseguir resolver os problemas dinâmicos que estão surgindo hoje. Não é que não funcionem em absoluto. Mas essa não é o ponto. O ponto é funcionar otimamente.</p>
<p>Espero que a verborréia seja compreensível. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Rafael, exatamente isso. Existe uma certa percepção que essas coisas levam a produtividade para o buraco. Eu me lembro da segunda firma de TI que trabalhei: eu navegava aproximadamente 20% do tempo total. Meu nome sempre estava no topo dos logs de acesso e uso de banda. E mesmo assim, nunca me chamaram a atenção, porque a minha produtividade continuava bem acima da média. É dessa ssa compreensão, ou a falta dela, na verdade, que Peopleware trata.</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael Ferreira Silva</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3313</link>
		<dc:creator>Rafael Ferreira Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 11:56:17 +0000</pubDate>
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		<description>Infelizmente eu já trabalhei em empresas assim, e atualmente a gerência da que estou, tende, cada dia mais, a ir para o mesmo fim...

Esse esquema de 8 às 18, sem internet, sem IM e etc, eu acho que acaba com qualquer equipe criativa. 

Como você menciona, todo desenvolvedor tem um quê de artista, e ser privado da sua fonte de inspiração custa muito.

O que os gerentes de TI não vêm é que bons funcionários navegam na internet, mas adoram um desafio...

Para mim o Google é um exemplo bom, esse esquema não-rígido e a vantagem de dispensar 20% do tempo do funcionário para projetos pessoais é fantástico!

Espero que um dia as empresas de TI que estão enveredando para esse caminho obscuro(ou que já estão lá), acordem para a necessidade de mudar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente eu já trabalhei em empresas assim, e atualmente a gerência da que estou, tende, cada dia mais, a ir para o mesmo fim&#8230;</p>
<p>Esse esquema de 8 às 18, sem internet, sem IM e etc, eu acho que acaba com qualquer equipe criativa. </p>
<p>Como você menciona, todo desenvolvedor tem um quê de artista, e ser privado da sua fonte de inspiração custa muito.</p>
<p>O que os gerentes de TI não vêm é que bons funcionários navegam na internet, mas adoram um desafio&#8230;</p>
<p>Para mim o Google é um exemplo bom, esse esquema não-rígido e a vantagem de dispensar 20% do tempo do funcionário para projetos pessoais é fantástico!</p>
<p>Espero que um dia as empresas de TI que estão enveredando para esse caminho obscuro(ou que já estão lá), acordem para a necessidade de mudar!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Guaracy Monteiro</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3312</link>
		<dc:creator>Guaracy Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 06:44:11 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que existe uma certa subestimação dos administradores. Uma das primeiras coisas que se aprende em Administração é que, cada caso é um caso. Medidas tomadas em determinado tempo e/ou local, podem não ser válidas em outro espaço-tempo. Aprende-se todas as abordagens e escolas administrativas (é importante saber situar-se diante das diferentes situações). Um administrador sabe que cortar custos na área de pessoal não é a melhor escolha, sabe que deve existir comunicação, sabe o que é Teoria Z, APO, e mais um monte de coisas, aplicam metodologias &#039;modernas&#039;, inclusive com os termos técnicos da linguagem nativa (quem ainda não ouviu falar em outsourcing, feedback, brainstorm e mais um monte de termos utilizados por administradores?). Então, a primeira coisa: uma empresa deve ser administrada por um administrador. Simples. :-)

No início, a empresa é meio familiar, pequena, pode ser tudo informal. Depois começa a crescer e ficar &#039;inchada&#039;. Aí as coisas devem, realmente, sofrer modificações. É a mesma coisa que um software que começa pequeno, vão colocando &#039;coisas&#039; dentro e ele começa a ficar difícil de ser manipulado ou alterado. Outra comparação poder ser no nível pessoal. Se a gente tem apenas um sistema e um cliente, nem precisamos de agenda ou de documentação. Quando as coisas começam a crescer, somos obrigados a alguma burocracia ou a &#039;vaca vai para o brejo&#039;. Quem estava querendo um GTD?

Pessoas são o material mais difícil de ser lidado. A delegação de tarefas é complicada, o tratamento é complicado, ficam nervosos com mudanças pequenas (só quem gosta de mudança é o nenê e, mesmo assim, quando está com as fraldas molhadas - outra coisa que se aprende na administração). A participação dos funcionários nas tomadas das decisões também é outro tema que é estudado. 

Resumindo, não acho que seja necessário blog gringo nem nada. Se o encarregado não for administrador, um bom curso e/ou um bom livro, poderão trazer os conhecimentos necessários. A implementação dos que foi aprendido? Bem, cada caso é um caso. A Microsoft é .com, não sei se ainda usam bermudas ou ficam tomando sol depois do almoço, mas acho que todos conhecem a história:
http://moishelettvin.blogspot.com/2006/11/windows-shutdown-crapfest.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que existe uma certa subestimação dos administradores. Uma das primeiras coisas que se aprende em Administração é que, cada caso é um caso. Medidas tomadas em determinado tempo e/ou local, podem não ser válidas em outro espaço-tempo. Aprende-se todas as abordagens e escolas administrativas (é importante saber situar-se diante das diferentes situações). Um administrador sabe que cortar custos na área de pessoal não é a melhor escolha, sabe que deve existir comunicação, sabe o que é Teoria Z, APO, e mais um monte de coisas, aplicam metodologias &#8216;modernas&#8217;, inclusive com os termos técnicos da linguagem nativa (quem ainda não ouviu falar em outsourcing, feedback, brainstorm e mais um monte de termos utilizados por administradores?). Então, a primeira coisa: uma empresa deve ser administrada por um administrador. Simples. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No início, a empresa é meio familiar, pequena, pode ser tudo informal. Depois começa a crescer e ficar &#8216;inchada&#8217;. Aí as coisas devem, realmente, sofrer modificações. É a mesma coisa que um software que começa pequeno, vão colocando &#8216;coisas&#8217; dentro e ele começa a ficar difícil de ser manipulado ou alterado. Outra comparação poder ser no nível pessoal. Se a gente tem apenas um sistema e um cliente, nem precisamos de agenda ou de documentação. Quando as coisas começam a crescer, somos obrigados a alguma burocracia ou a &#8216;vaca vai para o brejo&#8217;. Quem estava querendo um GTD?</p>
<p>Pessoas são o material mais difícil de ser lidado. A delegação de tarefas é complicada, o tratamento é complicado, ficam nervosos com mudanças pequenas (só quem gosta de mudança é o nenê e, mesmo assim, quando está com as fraldas molhadas &#8211; outra coisa que se aprende na administração). A participação dos funcionários nas tomadas das decisões também é outro tema que é estudado. </p>
<p>Resumindo, não acho que seja necessário blog gringo nem nada. Se o encarregado não for administrador, um bom curso e/ou um bom livro, poderão trazer os conhecimentos necessários. A implementação dos que foi aprendido? Bem, cada caso é um caso. A Microsoft é .com, não sei se ainda usam bermudas ou ficam tomando sol depois do almoço, mas acho que todos conhecem a história:<br />
<a href="http://moishelettvin.blogspot.com/2006/11/windows-shutdown-crapfest.html" rel="nofollow">http://moishelettvin.blogspot.com/2006/11/windows-shutdown-crapfest.html</a></p>
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	<item>
		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3306</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 16:27:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/#comment-3306</guid>
		<description>Cardoso, eu acho que o que mais me perturbou ao ler Peopleware foi justamente isso. Cada capítulo me trazia a imagem mental de uma mesma situação passada em alguma empresa onde trabalhei ou prestei serviço. Em uma delas, estou até achando interessante ver mudanças na direção correta. Mas, em geral, os empresários brasileiros simplesmente &quot;do not get it&quot;. :-)

---

Valdir, com certeza. O maior tiro no pé que uma empresa pode dar é considerar seu produto um &quot;produto&quot; passível de linha de produção. E isso é o que geralmente acontece. Apesar disso, acho que a grande penetração dos blogs europeus e americanos entre os desenvolvedores brasileiros está mudando algumas coisas. Isso é bom.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cardoso, eu acho que o que mais me perturbou ao ler Peopleware foi justamente isso. Cada capítulo me trazia a imagem mental de uma mesma situação passada em alguma empresa onde trabalhei ou prestei serviço. Em uma delas, estou até achando interessante ver mudanças na direção correta. Mas, em geral, os empresários brasileiros simplesmente &#8220;do not get it&#8221;. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Valdir, com certeza. O maior tiro no pé que uma empresa pode dar é considerar seu produto um &#8220;produto&#8221; passível de linha de produção. E isso é o que geralmente acontece. Apesar disso, acho que a grande penetração dos blogs europeus e americanos entre os desenvolvedores brasileiros está mudando algumas coisas. Isso é bom.</p>
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		<title>By: Valdir</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/18/a-historia-com-fim/comment-page-1/#comment-3305</link>
		<dc:creator>Valdir</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 16:11:20 +0000</pubDate>
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		<description>É muito forte ainda a influência dos modelos administrativos tradicionais, como se fosse uma cartilha para se entrar no mundo dos negócios, e no caso do software, essa influência ocorre quando se muda o ponto de vista, o software e o conhecimento se transformam em um mero &quot;produto&quot; que tem que ser produzido (e aí entra os métodos produtivos de controle e qualidade) e comercializado. O interessante é que a aparente &quot;informalidade&quot; nada afeta, neste caso, a qualidade final do software, garantido muito mais pelos aspectos humanos (criatividade, liberdade, etc.) do que por regras genéricas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É muito forte ainda a influência dos modelos administrativos tradicionais, como se fosse uma cartilha para se entrar no mundo dos negócios, e no caso do software, essa influência ocorre quando se muda o ponto de vista, o software e o conhecimento se transformam em um mero &#8220;produto&#8221; que tem que ser produzido (e aí entra os métodos produtivos de controle e qualidade) e comercializado. O interessante é que a aparente &#8220;informalidade&#8221; nada afeta, neste caso, a qualidade final do software, garantido muito mais pelos aspectos humanos (criatividade, liberdade, etc.) do que por regras genéricas.</p>
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