Depois de um tempo, o meu cérebro até ficou acostumado. Mesmo assim, algumas vezes eu ainda sinto uma espécie de dissonância cognitiva ao passar do desktop (19″, 1280×1024) para o notebook (15,4″, 1024×768) para o smartphone (2,8″, 320×240).
Superfície Reflexiva
Ainda movido por uma contradição em termos

Troque seu smartphone por um com uma tela entre 15,4″ e 19″. Perde em portabilidade mas ganha em adaptabilidade.
Minha birra é com o meu monitor. É um de 17″ que eu uso em 1152×864. Se por algum motivo (atualização de drivers, algum sabor Linux que eu experimento, etc) ele fica em 1024×768, me incomoda terrivelmente, tanto que eu não faço mais nada até conseguir ajustar para o meu padrão.
O que, normalmente, envolve brigar com o X e com a minha ATI.
Caramba, imagine um smartphone de 17″. Vai fazer os antigos tijorolas se roerem de inveja em sua aposentadoria.
Esse lance de resolução também me mata de ódio. Meu computador principal, sempre que atualizo o Ubuntu, volta para 1024×768 e eu tenho que editar o xorg.conf para voltar. O pior é que o maledeto não pede para manter o anterior quando atualiza. Faz um backup e booom… Pelo menos nvidia tem suporte maior. ATI é um saco.
Pelo menos nvidia tem suporte maior. ATI é um saco.
Pois é. Eu tinha uma nvidia a um bom tempo e achava um saco ter que lidar com os drivers dela.
Quando ela pifou, fui espertão e comprei uma ATI sem consultar nada par ver se o suporte era no mínimo melhor do que o da nvidia.
Me estrepei. É um parto ter que lidar com ela. Se bem que o driver aberto do X para as radeons andou melhorando. Como eu não uso beryl e afins, fico com ele.
Esse lance de hardware com o Linux ainda é um parte. Eu acabei de instalar o Ubuntu 7.04 em meu computador principal, do zero. Wireless, que funcionava 100% na versão anterior, parou completamente. E não adiantou nada tentar zilhões de opções oferecidas nos fora de ajuda. Não vai mesmo. Próxima vez que eu comprar um computador, vou olhar cada item para 100% de compatibilidade. Dureza…