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	<title>Comments on: Sobre bons e maus programadores</title>
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	<description>Ainda movido por uma contradição em termos</description>
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		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/comment-page-1/#comment-4441</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 19:58:45 +0000</pubDate>
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		<description>Opa, Rafael, obrigado pelo elogio. :-)

Essa experiência de acender a lâmpada é sempre a mais prazerosa em qualquer campo e acho que ficar limitado em uma linguagem acaba coibindo isso. E é sempre bom poder ver o outro lado para ver se sua forma é vantajosa e como ela pode melhorar.

---

Akita, boa indicação. Aliás, alguém precisa urgentemente começar a traduzir esses títulos para o português. Acho que o mercado está pronto.

---

Witaro, sim! Eu comecei a escrever um comentário meio nessa linha e acabei arquivando aqui para completar em outra hora. 

Eu sou meio que um defensor da hipótese Sapir-Whorf em sua forma mais plena embora tenha consciência de que ela não é completamente válida como uma lei geral. Para linguagens de programação, principalmente, acho que ela é essencialmente válida (os programadores Ruby é que estão se deleitando com isso ultimamente). Essa analogia de mágica acaba então fazendo um sentido enorme para descrever o processo. Depois tenho que pensar mais nisso. :-)

---

Luiz, isso! O pessoal do Ruby está até abusando disso ultimamente mas eu acho bem válida dentro dos contextos corretos. Só não defendo completamente porque linguagens naturais são um pouco menos &quot;analisáveis&quot; nesse sentido. Mas, de certa forma, seu jeito de programador é intrinsecamente ligado com a linguagem. Daí a tendência de se fixar em um paradigma e não conseguir pular sem esforço.

---

Silfar, não é muito complicado. 

O maior problema é que quando você estudo só um paradigma, você fica preso no mesmo em todas as suas soluções. Daí eu acho que não adianta muito ficar em Perl, Python, Ruby, PHP. São todas linguagens parecidas que não acrescentam muito à sua caixa de ferramentas.

O interessante, nesse sentido, seria partir para um estudo sério de uma linguagem bem fora do que você conhece como Lisp, Haskell ou Smalltalk. Essa última é imperativa mas suficientemente diferente das usuais para valer um estudo melhor.

Pensar e implementar o CodeKata[1] em uma dessas linguagens já daria um impulso a essa mudança. E depois disso é só uma questão de evoluir gradualmente.

[1]: http://codekata.pragprog.com/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, Rafael, obrigado pelo elogio. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Essa experiência de acender a lâmpada é sempre a mais prazerosa em qualquer campo e acho que ficar limitado em uma linguagem acaba coibindo isso. E é sempre bom poder ver o outro lado para ver se sua forma é vantajosa e como ela pode melhorar.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Akita, boa indicação. Aliás, alguém precisa urgentemente começar a traduzir esses títulos para o português. Acho que o mercado está pronto.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Witaro, sim! Eu comecei a escrever um comentário meio nessa linha e acabei arquivando aqui para completar em outra hora. </p>
<p>Eu sou meio que um defensor da hipótese Sapir-Whorf em sua forma mais plena embora tenha consciência de que ela não é completamente válida como uma lei geral. Para linguagens de programação, principalmente, acho que ela é essencialmente válida (os programadores Ruby é que estão se deleitando com isso ultimamente). Essa analogia de mágica acaba então fazendo um sentido enorme para descrever o processo. Depois tenho que pensar mais nisso. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Luiz, isso! O pessoal do Ruby está até abusando disso ultimamente mas eu acho bem válida dentro dos contextos corretos. Só não defendo completamente porque linguagens naturais são um pouco menos &#8220;analisáveis&#8221; nesse sentido. Mas, de certa forma, seu jeito de programador é intrinsecamente ligado com a linguagem. Daí a tendência de se fixar em um paradigma e não conseguir pular sem esforço.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Silfar, não é muito complicado. </p>
<p>O maior problema é que quando você estudo só um paradigma, você fica preso no mesmo em todas as suas soluções. Daí eu acho que não adianta muito ficar em Perl, Python, Ruby, PHP. São todas linguagens parecidas que não acrescentam muito à sua caixa de ferramentas.</p>
<p>O interessante, nesse sentido, seria partir para um estudo sério de uma linguagem bem fora do que você conhece como Lisp, Haskell ou Smalltalk. Essa última é imperativa mas suficientemente diferente das usuais para valer um estudo melhor.</p>
<p>Pensar e implementar o CodeKata[1] em uma dessas linguagens já daria um impulso a essa mudança. E depois disso é só uma questão de evoluir gradualmente.</p>
<p>[1]: <a href="http://codekata.pragprog.com/" rel="nofollow">http://codekata.pragprog.com/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Silfar</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/comment-page-1/#comment-4431</link>
		<dc:creator>Silfar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 09:54:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/#comment-4431</guid>
		<description>Concordo plenamente, tanto que até me reconheci como um desses &quot;maus programadores&quot;.

Mas a questão é que não fui sempre assim, quando tive o meu primeiro contato com programação em cobol, dbase e depois clipper, eu conseguia resolver problemas de formas que surpreendiam até aos professores.

Mas em  algum ponto eu estagnei, parei no tempo, e hoje tenho uma dificuldade enorme de compreender certas coisas que não sejam com exemplos.

Mas a questão mais importante é, já que o problema foi exposto, como resolver ?

Será que tem como, sair da estagnação e voltar a ser &quot;criativo&quot; ?

Se alguem souber, me diga.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente, tanto que até me reconheci como um desses &#8220;maus programadores&#8221;.</p>
<p>Mas a questão é que não fui sempre assim, quando tive o meu primeiro contato com programação em cobol, dbase e depois clipper, eu conseguia resolver problemas de formas que surpreendiam até aos professores.</p>
<p>Mas em  algum ponto eu estagnei, parei no tempo, e hoje tenho uma dificuldade enorme de compreender certas coisas que não sejam com exemplos.</p>
<p>Mas a questão mais importante é, já que o problema foi exposto, como resolver ?</p>
<p>Será que tem como, sair da estagnação e voltar a ser &#8220;criativo&#8221; ?</p>
<p>Se alguem souber, me diga.</p>
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	<item>
		<title>By: Luiz Rocha</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/comment-page-1/#comment-4425</link>
		<dc:creator>Luiz Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 09:54:08 +0000</pubDate>
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		<description>E a gente volta para a &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Sapir-Whorf_hypothesis&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;hipótese de Sapir Whorf&lt;/a&gt;. :-)

Eu também defendo essa idéia. Acredito que conhecer diversas linguagens, mesmo que parecidas, abre a cabeça. Permite enxergar soluções diferentes para um mesmo problema e isso é bem estimulante (ou pelo menos, deveria ser).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E a gente volta para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sapir-Whorf_hypothesis" rel="nofollow">hipótese de Sapir Whorf</a>. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Eu também defendo essa idéia. Acredito que conhecer diversas linguagens, mesmo que parecidas, abre a cabeça. Permite enxergar soluções diferentes para um mesmo problema e isso é bem estimulante (ou pelo menos, deveria ser).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Witaro</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/comment-page-1/#comment-4424</link>
		<dc:creator>Witaro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 02:35:43 +0000</pubDate>
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		<description>Falando não apenas de programação, mas também... Linguagem é Magia. Magia é linguagem. E uma Realidade nada mais é do que uma malha (possivelmente de várias camadas) de um sem número de linguagens se relacionando. Para saber transformar uma realidade é preciso saber dialogar com ela. Criativos são aqueles que conseguem assumir um papel de co-criação dessa malha. Então, quanto mais linguagens pertinentes a uma realidade alguém souber (ou descobrir), maior seu potencial criativo nela... Exemplos dessas &quot;linguagens&quot;? É só imaginar domínios e/ou meta-domínios das mais diferentes áreas de nossas vidas e lembrar que seus &quot;tokens/símbolos&quot; podem ser constituídos dos mais diferentes materiais...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falando não apenas de programação, mas também&#8230; Linguagem é Magia. Magia é linguagem. E uma Realidade nada mais é do que uma malha (possivelmente de várias camadas) de um sem número de linguagens se relacionando. Para saber transformar uma realidade é preciso saber dialogar com ela. Criativos são aqueles que conseguem assumir um papel de co-criação dessa malha. Então, quanto mais linguagens pertinentes a uma realidade alguém souber (ou descobrir), maior seu potencial criativo nela&#8230; Exemplos dessas &#8220;linguagens&#8221;? É só imaginar domínios e/ou meta-domínios das mais diferentes áreas de nossas vidas e lembrar que seus &#8220;tokens/símbolos&#8221; podem ser constituídos dos mais diferentes materiais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: AkitaOnRails</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/comment-page-1/#comment-4421</link>
		<dc:creator>AkitaOnRails</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 18:09:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/#comment-4421</guid>
		<description>Muito bom, é exatamente isso que eu canso de dizer o tempo todo. É como um pintor que só sabe usar um pincel. Ou um músico que só conhece uma nota.

Outra leitura recomendada sobre um tema relacionado (mas não o mesmo) é o &quot;Software Craftsmanship&quot; do McBreen.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom, é exatamente isso que eu canso de dizer o tempo todo. É como um pintor que só sabe usar um pincel. Ou um músico que só conhece uma nota.</p>
<p>Outra leitura recomendada sobre um tema relacionado (mas não o mesmo) é o &#8220;Software Craftsmanship&#8221; do McBreen.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Ferreira Silva</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/comment-page-1/#comment-4420</link>
		<dc:creator>Rafael Ferreira Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 17:48:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2007/11/06/sobre-bons-e-maus-programadores/#comment-4420</guid>
		<description>Fala Ronaldo,

Excelente texto! Parabéns!

Lendo seu texto me vem à mente a época que eu estava aprendendo a progrmar (com Delphi em Object  Pascal) e que cada nova descoberta da forma de resolver um problema &quot;acendia uma lâmpada&quot; e uma nova abordagem para um problema seguinte era pensada.

Aprender com o erro, e com o trabalho de outros também é uma boa forma de &quot;ter estalos&quot; para soluções, mas têm-se que tomar cuidado para não tornar a solução uma mera cópia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Ronaldo,</p>
<p>Excelente texto! Parabéns!</p>
<p>Lendo seu texto me vem à mente a época que eu estava aprendendo a progrmar (com Delphi em Object  Pascal) e que cada nova descoberta da forma de resolver um problema &#8220;acendia uma lâmpada&#8221; e uma nova abordagem para um problema seguinte era pensada.</p>
<p>Aprender com o erro, e com o trabalho de outros também é uma boa forma de &#8220;ter estalos&#8221; para soluções, mas têm-se que tomar cuidado para não tornar a solução uma mera cópia.</p>
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