Minas on Rails

November 16th, 2007 § 5 comments § permalink

O site do Minas on Rails está no ar e você já pode se inscrever para o primeiro evento do Rails no estado. Promovido pela comunidade Rails-MG, o Minas on Rails acontece no dia primeiro de dezembro, das 9h às 19h.

É um oportunidade para ouvir vários palestrantes falando sobre os mais diversos aspectos do desenvolvimento e implantação do Rails incluindo técnicas avançadas para suas próprias aplicações. Entre os palestrantes estão o TaQ e o Vinícius Teles. A taxa de inscrição é de R$20,00 e inclui uma camisa e o coffee break. Participando, você também recebe um certificado e tem a oportunidade de concorrer aos vários brindes que serão sorteados no dia.

Em resumo: é um excelente evento e uma oportunidade muito boa de ficar ligado à comunidade que está movendo o Rails aqui em Minas Gerais. Não perca.

Pão de Cast #4

November 15th, 2007 § 4 comments § permalink

Já está no ar o Pão de Cast #4. Se você gostou dos primeiros, acho que você também vai gostar desses. Os assuntos discutidos foram:

  • O Dalvik, a máquina virtual por trás do Android, o novo sistema operacional para celulares do Google, e seu impacto no mercado.
  • A nova versão do Ruby e as demais máquinas virtuais que estão sendo criadas.
  • O impacto do Ruby e do Rails no mercado de desenvolvimento Web.
  • A questão do gerenciamento de pacotes nos sistemas operacionais moderno.

Seaside One-Click Experience

November 14th, 2007 § 0 comments § permalink

Acabei esquecendo de noticiar aqui, mas se você quer experimentar o Seaside sem ter que procurar pelos componentes necessários, tente o Seaside One-Click Experience. O pacote vem com os executáveis para cada plataforma e, como o nome diz, basta clicar no executável para ter o Seaside rodando. Depois disso, abra no navegador o endereço indicado nas notas de instalação e comece a experimentar.

Níveis de interface

November 14th, 2007 § 2 comments § permalink

Recentemente, participei de uma reunião em uma grande empresa para discutir a substituição de um aplicativo in-house cujas deficiências já estavam começando a prejudicar o trabalho por outro mais coerente com as necessidades atuais da empresa.

Para contextualizar, o programa antigo foi inicialmente desenvolvido há mais de vinte anos sendo atualizado basicamente só durante mudanças de plataformas. A versão atual tem mais que oito anos e foi desenvolvida em uma ferramenta de programação já descontinuada e em um banco de dados mono-usuário.

Durante a reunião, a aplicação mais moderna foi apresentada. Ela atende de maneira quase perfeita as novas necessidades e possui um bom caminho de atualização futuro. A grande diferença: a aplicação antiga é standalone e envia dados de importação à cópia central usando texto enquanto a atual é uma aplicação centralizada via Web.

Vale dizer também que os usuários da aplicação, embora versados no uso de computadores, como evidenciado pela proficiência dos mesmos em resolver problemas de instalação e execução da mesma, são relativamente inexperientes no que tange a Web.

O que mais me impressionou em relação à apresentação foi como os usuários sentiram dificuldade em mapear o fluxo da aplicação tradicional para o novo paradigma da Web. Embora a maioria das funções fosse basicamente idêntica em termos de funcionalidade geral, o modo com uma aplicação Web se comporta, com passos entre o servidor e o cliente confundiu completamente alguns usuários.

A interface Web, sem menus ou botões organizados em barras como em aplicações tradicionais, também foi outro ponto de contenção. Não importava que em muitos casos o workflow fosse bem mais simplificado: a interface era simplesmente alienígena.

Depois da reunião, eu comecei a pensar que, para determinados tipos de aplicações, as metáforas usuais de interface realmente são melhores. Mesmo com a flexibilidade que uma aplicação Web provê, determinados problemas são mais amenáveis ao modelo tradicional de interface.

Uma solução para o problema seria, obviamente, reeducar os usuários. Mas nem sempre isso gera os melhores resultados. Embora eventualmene os usuários provavelmente se acostumem com o novo modo de fazer as coisas, a perda de produtividade já terá sido alta.

Por causa disso, eu acredito que exista um ponto em que o Adobe Air e o Silverlight podem entrar com bastante sucesso. De um ponto de vista inteiramente pragmático, essas duas ferramentas permitem uma interação mais usual com o sistema que torna o processo de reacquisição da interface mais tranqüilo.

Com o Prism, esse processo talvez se torne ainda mais interessante, mas dependeria do uso de um toolkit mais interessante–como o Ext JS.

De qualquer forma, foi bom ser lembrado de que nem todos usuários possuem a facilidade de uso com a Web que nós, desenvolvedores, possuímos. E não existe Web 2.0 que resolva isso.

Novo podcast: [o -] taligado

November 14th, 2007 § 2 comments § permalink

Falando em podcasts, há um novo na praça: [o -] taligado. Os responsáveis são o Marco Gomes–do conhecidíssimo e dominante de mundos boo-box–e o Gilberto Jr, da Desta.ca.

Os assuntos são tecnologia e o mercado de Internet no Brasil. Pelo que eu pude perceber, o foco está naquilo que está acontecendo nessa esfera em termos que se aplicam aos atuais e possíveis empreendedores nesse mercado. Muito bom.

E a propósito, obrigado pela citação ao Pão de Cast. Pensar que com dois episódios já viramos inspiração para outros é bem animador. :-)

Dica: ack, um grep com esteróides

November 13th, 2007 § 2 comments § permalink

Dica para quem gosta do grep: ack. Ao invés de usar:

grep string $(find . -name *.rb -or -name *.rhtml -or -name *.rxml -or -name *.rjs | grep -v .svn)

Use:

ack –ruby string

Valeu também para Perl, Python, PHP, C e dúzias de outras linguagens.

In Sampa

November 11th, 2007 § 6 comments § permalink

Estou em São Paulo depois de uma viagem de 8 horas de carro. Duas constatações impressionantes: como a estrada deteriorou nos pouco mais que 11 meses desde que eu passei por aqui e como o sul de Minas se desenvolveu.

A primeira constatação deveria ser esperada, mas a estrada estava tão boa no ano passado que mesmo com o crônico problema rodoviário brasileiro ainda foi uma surpresa.

A segunda foi muito bem recebida e mostra que pelo menos parte do que se ouve falar está realmente acontecendo. Foi um pouco surreal passar pelas estradas ladeadas por campos verdes e ter a sensação de estar no interior de um outro país com todos aqueles silos enormes e separações geométricas perfeitas entre as várias plantações.

Agora é só agüentar os dois dias de alergias até a volta–nenhuma ofensa intencionada contra os paulistas é claro, embora o sinal de medidores de qualidade do ar seja realmente estranho para um mineiro. :-)

Rails for Kids

November 11th, 2007 § 0 comments § permalink

Dia 15 de dezembro é um dia especial para a comunidade Rails brasileira: a e-Genial está promovendo o Rails for Kids, um evento com 10 palestras sobre Ruby e Rails ao longo de um dia cuja renda será completamente revertida para uma instituição de caridade do Mato Grosso do Sul.

Os suspeitos usuais da comunidade nacional estarão presentes e mesmo que você queira assistir uma única palestra, vale a pena participar com os R$25,00 de inscrição que serão completamente revertidos para a instituição. Não é muito para o seu bolso, ajuda uma causa nobre e você ainda tem acesso a material de qualidade.

Telhado de Vidro

November 11th, 2007 § 9 comments § permalink

Considerando o status do Mark Pilgrim como blogueiro, o seu texto irônico sobre a diferença de instalação do MySQL no Mac OS X e Ubuntu vai estar amanhã no topo do Digg e de todos os outros canais semi-importantes da parte tecnológica da blogosfera.

O que provavelmente não vai aparecer é um argumento sobre o fato de que o texto é uma completa falácia. E me espanta ver alguém como Sam Ruby agir como se o argumento fosse válido e, mais ainda, valioso. Antes que alguém de acuse de ser um fanboy do Mac OS X–pelo simples motivo de também usá-lo–basta ouvir o que eu disse no último Pão de Cast para perceber que entre o Mac OS X e o Ubuntu, em uma escolha única, eu ficaria com este último sem hesitar um segundo.

O argumento de Pilgrim é completamente inválido e o motivo é bem simples: ele assume que qualquer programa que você posso desejar no Ubuntu está disponível pelo Synaptic em um estado completamente funcional e com as características que você deseja. Isso é, obviamente, falso.

Aliás, somando ironia a ironia, o Ubuntu foi criado especificamente para lidar com o fato de que os pacotes do Debian estavam continuamente atrasados em relação às versões mais novas e interessantes dos programas que representavam forçando os usuários a rotineiramente compilarem versões extras de pacotes necessários–ou, pior, rodar a versão de teste como algo comum só para ter acesso aos pacotes novos independentemente dos possíveis problemas de segurança. O Ubuntu ameniza o problema mas não resolve completamente.

Há milhares de programas não cobertos pelo Synaptic e milhares de razões para ter que rodar versões customizadas de um programa. Quem não passou pela experiência de achar um programa que resolve seus problemas e descobrir que a versão disponível para sua plataforma Linux é duas versões mais velhas que a norma e que não será atualizada até uma data bem futura? Gerenciamente de dependência é ótimo, mas não é perfeito.

Resumindo, antes de jogar pedra no telhado dos outros é melhor olhar para sua própria casa.

Pão de Cast

November 9th, 2007 § 12 comments § permalink

Quer ouvir três malucos totalmente comprometidos com o código livre e aberto discutindo os eventos mais recentes do mundo de tecnologia e aproveitando para falar mal de tudo quanto é empresa que existe? Então assine o Pão de Cast, o mais novo podcast de tecnologia do Brasil.

Luiz Rocha, Eustáquio Rangel e este que lhe escrevem discutem tudo que lhes dá na teia em um papo descontraído e fortemente geek. Só não diga depois que não foi avistado: o conteúdo é acido.

Where am I?

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