Continuando a pensar sobre a necessidade de um novo paradigma de desenvolvimento Web, algumas perguntas para me ajudar a formular o que eu mesmo quero:
Considerando o relacionamento entre MVC e REST dentro do Rails, me parece que controllers são essecialmente uma cola supérflua. Seria possível eliminá-los com uma representação direta de recursos?
Ainda pensando em recursos, Seaside é componentizado e entende que cada componente deve ser capaz de criar sua própria representação primária. Como lidar com múltiplas representações e combinações de representações nesse caso? Multi-dispatch aplicada a uma linguagem específica de representação pode ser algo interessante aqui.
REST não é necessário para todas aplicações e forçar isso tende a quebrar o workflow natural. Rails e Django permitem uma quebra e preferem recursos; Seaside ignora recursos em troca de continuidade de requisição. Seria possível modelar ambos com uma linguagem transversal?
De onde a requisição deve partir, principalmente considerando necessidades atuais como RIA, Ajax e Comet?
Uma representação como máquina de estados seria interessante? Principalmente ao se considerar a pergunta anterior e se descartarmos a separação explícita de modelos, uma representação como estados pode ser algo mais interessante (e em tese, até compilável). Se os modelos fossem removidos em aplicações onde o domínio é mais individualizado, fazendo com que a aplicação seja uma seqüência de transformações, alguns problemas de mapeamento se tornam mais simples.
Se REST for descartado, como Seaside faz, e se considerarmos que sessões são contínuas, quais as possibilidades que temos quanto a transformar toda a aplicação em uma linguagem única específica para a mesma?
Respostas? Mais perguntas?

É coisa minha ou você não gostou do jeito REST do Rails 2.0?
Se sim eu também não gostei!
REST onde os navegadores nem entendem os verbos é forçar MUITO a barra.
[]ão
Realmente eu acho a implementação um lixo. Do jeito que está funciona basicamente como uma forma de mapeamento, o que não tem nada a ver com o propósito geral do REST. E usar aquele tanto de gambiarra? Deus me livre….
O pior é que os proponentes do Rails colocam como se fosse a maior maravilho do mundo.
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