Arc

February 11th, 2008 § 10 comments

Arc’s Out:

Arc is still a work in progress. We’ve done little more than take a snapshot of the code and put it online.

Como eu sou famoso e anunciamos há um bom tempo, resolvi colocar a porcaria da versão no ar assim mesmo.

Why release it now? Because, as I suddenly realized a couple months ago, it’s good enough.

É uma porcaria mas minha fama vai garantir muita cobertura mesmo que o código seja um desastre. Pode ter certeza que muita gente vai falar bem.

I worry about releasing it, because I don’t want there to be forces pushing the language to stop changing.

Eu não vou mexer mais. E se você for otário o bastante para querer usar, lembre-se que não tem suporte, não tem documentação. Em suma, se vire.

Which is why, incidentally, Arc only supports Ascii. MzScheme, which the current version of Arc compiles to, has some more advanced plan for dealing with characters. (…) But the kind of people who would be offended by that wouldn’t like Arc anyway.

Como eu não entendo lhufas sobre qualquer outra conjunto de caracteres que não seja meu precioso ASCII–que foi o único que eu aprendi quarenta anos atrás, não vou implementar nada nisso. Na-na-ni-na-não. Ah, e foi por isso que o Yahoo! reescreveu o meu programa todo de novo. Losers!

Why? Because Arc is tuned for exploratory programming, and the W3C-approved way of doing things represents the opposite spirit.

Eu também não tenho a menor idéia de como essas tecnologias e padrões modernos como XHTML e CSS funcionam e não vou aprender. E tenho raiva de quem sabe também. Aliás, eu já expliquei porque o Yahoo! teve que reescrever o programa que comprou de mim?

Tables are the lists of html. The W3C doesn’t like you to use tables to do more than display tabular data because then it’s unclear what a table cell means.

Eu já disse que não entendo nada de HTML?

So experience suggests we should embrace dirtiness. Or at least some forms of it; in other ways, the best quick-and-dirty programs are usually quite clean.

Olhe! Um lixão! Vamos nos divertir?

Arc tries to be a language that’s dirty in the right ways. It tries not to forbid things, for example. (…) For now, best to say it’s a quick and dirty language for writing quick and dirty programs.

Eu perdi tanto tempo com essa porcaria e é justo que o mundo compartilhe a minha dor. Basic, prepare-se. Agora é a vez do Arc.

§ 10 Responses to Arc"

  • Bruno says:

    Hahaha,,, Excelente post. Teu blog vale cada palavra. Aproveitando o comentário, só ontem ouvi o teu podcast com o Eduardo Fiorezi. Muito boa a resposta para a pergunta sobre o Seaside (que eu pedi para o Eduardo perguntar). Obrigado. E aproveitando que comentário é gratuito, me tira uma dúvida. Como fica um PDF com códigos-fonte, diagramas UML e outras imagens em leitores portáteis, tipo um Zire, por exemplo? E se este mesmo livro for comprado em outro formato?

  • O formato dado a esse post não pode ser classificado como algo abaixo de Genial!

    Muito bom.

  • TaQ says:

    Seu lado negro está vindo à tona. Não sei se acho isso bom ou se me assusta. 😉

  • Hehhehe… Muita promessa pra pouco resultado. As vezes se sucumbe à própria fama…

  • Muita promessa.. Na lista lisp-br algumas pessoas não gostaram também (estou aproveitando pra testar meu openid)

  • Luiz Rocha says:

    Alguém anda lendo muito o Mark Pilgrim. :-) Muito bom.

  • Ronaldo says:

    Bruno, muito obrigado pelo parte que me toca. Isso, obviamente, sempre me deixa feliz. :-) Aliás, não sabia que tinha gente ouvindo o podcast do Fiorezi até hoje.

    Sobre a pergunta, eu ainda não encontrei um livro técnico que funcione bem em tela pequena. Ou o código fica desformatado ou quebra todo. Diagramas até são possível mas dá scrolling para todo lado. Nesse caso, eu leio em um computador mesmo.

    Daniel, se eu consegui é porque fiquei sobre o ombro de gigantes. Desculpas devidas ao Mark Pilgrim e John Gruber pelo uso do formato.

    TaQ, vixi. Posso prometer que não vou dar uma de Pilgrim ou de Winer? Se eu der, autorizo execução imediata. :-)

    Lucas, é um novo dialeto de Lisp feito pelo Paul Graham. O link está no topo do texto. O comentário é porque o Paul Graham vinha prometendo o Arc há anos como um Lisp moderno e revolucionário. O que saiu foi ridículo, no mínimo.

    Luiz, tem o Gruber também. E obrigado. :-)

    Walter, é isso aí. Hype sempre causa isso.

  • Muito bom! (até tentei achar mais coisa pra escrever, mas nem tem!)
    Parabéns!

  • Ronaldo says:

    Opa, obrigado! Repassando os agradecimentos para o Gruber, que começou com esse tipo de coisa.

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