O Galvez–de volta à esfera–escreve:
I never cared enough about Lisp to actually learn it but I must say, from 20 minutes of playing and reading the tutorial, Arc really looks like it’s got some clever ideas in it. Whether or not it qualifies as a real language at the moment is irrelevant to me, I’m ok with calling it MzScheme on Rails or something, doesn’t matter.
Eu, que não fui com a cara do Arc, não vejo muito sentido em uma linguagem que vai contra basicamente tudo o que se aprendeu nos últimos anos. De que adianta uma linguagem que permite que você faça algo interessante se, na hora de transformar aquilo em algo real, não há suporte.
A desculpa do Paul Graham é a seguinte:
Arc tries to be a language that’s dirty in the right ways. It tries not to forbid things, for example. (…) For now, best to say it’s a quick and dirty language for writing quick and dirty programs.
Eu gosto de linguagens de programação, mas eu preciso de uma justificativa boa para gastar tempo aprendendo uma.
2 Comments
Bem, não pretendo gastar tempo aprendendo no momento. Ainda é muito cedo e concordo com seus argumentos. Mas não me custa nada ficar de olho, o potencial de fato ali existe.
Eu não sei se existe potencial. Eu acho que nesse caso, o Paul Graham demorou tempo de mais e o mundo de desenvolvimento ultrapassou. Existe alguma coisa no Arc significativa o bastante para competir e aprimar em linguagens recentes? O Arc Challenge pode ser batido com mais legibilidade e menos código em quase todas linguagens dinâmicas mais decentes.
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