O último dos mestres se vai.
Eu não vou escrever nada sobre a obra ou visão de Arthur C. Clarke porque isso vai ser tratado exaustivamente pela mídia nos próximos dias e porque a única coisa que importa é o efeito que o que ele escreveu teve sobre mim.
Junto com os outros dois grandes, Robert A. Heinlein e Isaac Asimov, Clarke definiu a minha infância e juventude e teve impacto em praticamente tudo o que eu penso sobre futuro, tecnologia e espaço. É um dos poucos que conseguia trazer com perfeição a nostalgia das coisas futuras no escrevia.
Espero que tenha ido em paz.
