Há momentos em que eu penso que programação deve ser a profissão com o maior índice de episódios de dissonância cognitiva por dia de trabalho. Só as classes de bugs e suas condições estranhas de existência já mostram esse tipo de paranóia relacionada a problemas inusitados.
De quando é quando é divertido, e de quando em quando você morre de ódio. Como quando você descobre que o bug é na verdade uma feature mencionada muito de passagem na documentação e sem a menor explicação porque é assim.
