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	<title>Comments on: Multidões</title>
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	<description>Ainda movido por uma contradição em termos</description>
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		<item>
		<title>By: leocadio</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5541</link>
		<dc:creator>leocadio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 23:16:12 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, paz e bem!

Parabéns por mais um belo texto!!!

E não poderia de cumprimentar os comentaristas inspiradíssimos.

Realmente, não se ensina a filosofar... simplesmente se filosofa com diriam grandes pensadores!

Oxalá Ronaldo continue assim!

[]s livres,

Leo
Guarujá, SP-BR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, paz e bem!</p>
<p>Parabéns por mais um belo texto!!!</p>
<p>E não poderia de cumprimentar os comentaristas inspiradíssimos.</p>
<p>Realmente, não se ensina a filosofar&#8230; simplesmente se filosofa com diriam grandes pensadores!</p>
<p>Oxalá Ronaldo continue assim!</p>
<p>[]s livres,</p>
<p>Leo<br />
Guarujá, SP-BR</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Alex Saueressig</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5527</link>
		<dc:creator>Alex Saueressig</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 15:56:26 +0000</pubDate>
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		<description>Me tranquiliza um pouco saber que o PHP, no ponto de vista de alguém que conhece bastante de linguagens, não é totalmente ruim.
Já as limitações, a que você se refere, estão além do meu conhecimento/necessidade atual. Mas me motiva a experimentar outras soluções.
Obrigado pela resposta!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Me tranquiliza um pouco saber que o PHP, no ponto de vista de alguém que conhece bastante de linguagens, não é totalmente ruim.<br />
Já as limitações, a que você se refere, estão além do meu conhecimento/necessidade atual. Mas me motiva a experimentar outras soluções.<br />
Obrigado pela resposta!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5526</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 13:46:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/#comment-5526</guid>
		<description>Alex, o PHP, com todos os seus defeitos (sintaxe incoerente em certos aspectos, bibliotecas problemáticas, etc) é extremamente flexível e, graças à sua integração com o Apache, incrivelmente fácil para implantação. Isso confere ao PHP o status de uma das únicas--ou provavelmente a única--linguagem verdadeiramente Web-friendly hoje em dia.

A sintaxe, por mais que eu não goste de muitos aspectos da mesma, é bem flexível e você pode fazer bastante coisa de uma maneira bem descomplicada (carregamento dinâmico de classes é um exemplo). Há o preço de performance de usar muitas dessas coisas, mas são bem convenientes quando necessário. Isso dá para ver em frameworks como CodeIgniter, Symfony e CakePHP que conseguem fazer muito dentro de uma mágica limitada. :)

---

Lucas, opa, obrigado! :)

---

Witaro, perfeita essa passagem! Belíssima. Essa dualidade é, pelo menos para mim, a essência de um caminho mais coerente dentro de qualquer faceta da vida. Lembro muito de Kim Stanley Robinson, &quot;um excesso de razão é em si próprio uma forma de loucura&quot;. 

De certa forma, quando eu falo em pragmatismo, é esse o princípio que eu estou querendo especificar e que você descreveu de maneira muito melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alex, o PHP, com todos os seus defeitos (sintaxe incoerente em certos aspectos, bibliotecas problemáticas, etc) é extremamente flexível e, graças à sua integração com o Apache, incrivelmente fácil para implantação. Isso confere ao PHP o status de uma das únicas&#8211;ou provavelmente a única&#8211;linguagem verdadeiramente Web-friendly hoje em dia.</p>
<p>A sintaxe, por mais que eu não goste de muitos aspectos da mesma, é bem flexível e você pode fazer bastante coisa de uma maneira bem descomplicada (carregamento dinâmico de classes é um exemplo). Há o preço de performance de usar muitas dessas coisas, mas são bem convenientes quando necessário. Isso dá para ver em frameworks como CodeIgniter, Symfony e CakePHP que conseguem fazer muito dentro de uma mágica limitada. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Lucas, opa, obrigado! <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Witaro, perfeita essa passagem! Belíssima. Essa dualidade é, pelo menos para mim, a essência de um caminho mais coerente dentro de qualquer faceta da vida. Lembro muito de Kim Stanley Robinson, &#8220;um excesso de razão é em si próprio uma forma de loucura&#8221;. </p>
<p>De certa forma, quando eu falo em pragmatismo, é esse o princípio que eu estou querendo especificar e que você descreveu de maneira muito melhor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Witaro</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5524</link>
		<dc:creator>Witaro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 02:31:59 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Linguagens são arte&quot;. &quot;Mas linguagens também são ferramentas&quot;. As duas frases juntas lembraram-me esse trecho do &quot;Tao te ching&quot; (Lao Tse - tradução de Wu Jyn Cherng): 

...
A argila é trabalhada na forma de vasos
Através da não-existência
Existe a utilidade do objeto

Portas e janelas são abertas na construção da casa
Através da não-existência
Existe a utilidade da casa

Assim, da existência vem o valor
E da não-existência, a utilidade.

***

E isso me lembra coisas como &quot;Lego&quot;, &quot;Smalltalk&quot;, o princípio &quot;aberto-fechado&quot;... 

Estou pensando o quanto é importante equilibrar esses dois aspectos. Por exemplo, enfatizar apenas o aspecto de arte pode ser ruim... Pois a &quot;utilidade&quot; parece também estar associada a uma certa &quot;não-existência&quot; do seu autor, de forma que permita abertura para a contribuição de Outros e suas necessidades... Enfim, um tema interessante para design de linguagens. Voltando ao post, concordo com o Rodrigo. Em bem mais de um contexto, monocultura e dogmatismo não ajudam em nada a evolução e liberdade das visões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Linguagens são arte&#8221;. &#8220;Mas linguagens também são ferramentas&#8221;. As duas frases juntas lembraram-me esse trecho do &#8220;Tao te ching&#8221; (Lao Tse &#8211; tradução de Wu Jyn Cherng): </p>
<p>&#8230;<br />
A argila é trabalhada na forma de vasos<br />
Através da não-existência<br />
Existe a utilidade do objeto</p>
<p>Portas e janelas são abertas na construção da casa<br />
Através da não-existência<br />
Existe a utilidade da casa</p>
<p>Assim, da existência vem o valor<br />
E da não-existência, a utilidade.</p>
<p>***</p>
<p>E isso me lembra coisas como &#8220;Lego&#8221;, &#8220;Smalltalk&#8221;, o princípio &#8220;aberto-fechado&#8221;&#8230; </p>
<p>Estou pensando o quanto é importante equilibrar esses dois aspectos. Por exemplo, enfatizar apenas o aspecto de arte pode ser ruim&#8230; Pois a &#8220;utilidade&#8221; parece também estar associada a uma certa &#8220;não-existência&#8221; do seu autor, de forma que permita abertura para a contribuição de Outros e suas necessidades&#8230; Enfim, um tema interessante para design de linguagens. Voltando ao post, concordo com o Rodrigo. Em bem mais de um contexto, monocultura e dogmatismo não ajudam em nada a evolução e liberdade das visões.</p>
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		<title>By: Lucas</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5523</link>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 00:56:36 +0000</pubDate>
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		<description>O teor do conteúdo do seu blog é de ótima qualidade. Parabéns. Serei leitor assíduo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O teor do conteúdo do seu blog é de ótima qualidade. Parabéns. Serei leitor assíduo</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Alex Saueressig</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5522</link>
		<dc:creator>Alex Saueressig</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 21:29:06 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Ronaldo!
Você diz que pequenos detalhes podem sustentar a existência de determinadas linguagens. 
Fiquei bastante curioso. O que você pensa sobre PHP nesse contexto, mesmo sabendo que não gosta desta linguagem. 
Não tenho muita experiência, e uso PHP hoje.
Minha curiosidade advém disso...
Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ronaldo!<br />
Você diz que pequenos detalhes podem sustentar a existência de determinadas linguagens.<br />
Fiquei bastante curioso. O que você pensa sobre PHP nesse contexto, mesmo sabendo que não gosta desta linguagem.<br />
Não tenho muita experiência, e uso PHP hoje.<br />
Minha curiosidade advém disso&#8230;<br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5520</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 15:16:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/#comment-5520</guid>
		<description>Mais uma vez obrigado. Ultimamente eu tenho fica espantado com a quantidade de gente que eu considero bem versada nesse tipo de assunto, defendendo ferozmente sua linguagem como a solução final e recorrendo a cada truque mais esdrúxulo para manter as justificações. Eu acredito fortemente em simplicidade e acho que sintaxe realmente pode ser um impedimento, mas ainda não consigo ver essa solução final. Só o fato de que existem poucos frameworks Web-friendly já mostra muito disso.

Mas, é como você disse: evolução vem de diversidade. E finalmente temos um playing field mais diverso depois de anos de polarização. Isso provavelmente resultará em muita coisa legal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez obrigado. Ultimamente eu tenho fica espantado com a quantidade de gente que eu considero bem versada nesse tipo de assunto, defendendo ferozmente sua linguagem como a solução final e recorrendo a cada truque mais esdrúxulo para manter as justificações. Eu acredito fortemente em simplicidade e acho que sintaxe realmente pode ser um impedimento, mas ainda não consigo ver essa solução final. Só o fato de que existem poucos frameworks Web-friendly já mostra muito disso.</p>
<p>Mas, é como você disse: evolução vem de diversidade. E finalmente temos um playing field mais diverso depois de anos de polarização. Isso provavelmente resultará em muita coisa legal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rodrigo Cacilhas</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/comment-page-1/#comment-5511</link>
		<dc:creator>Rodrigo Cacilhas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 16:53:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2008/05/10/multidoes/#comment-5511</guid>
		<description>Caro Ronaldo,

Gosto muito de seus textos, eu me identifico bastante e vejo que você consegue dizer de forma clara coisas que não consigo.

Parabéns.

Achei bastante interessante você ter dito que linguagens são arte e que você não precisa de validação externa para entender o que é interessante. Também penso assim.

Passei também por diversas linguagens, desde Basic – minha primeira linguagem – e Assembly de Z80 até Java. Passei por C, Perl, Python, Fortran, C++, Common Lisp, Smalltalk e algumas outras, quase nessa ordem, algumas profissionalmente, outras só por curtição, o que me expandiu bastante a visão e me deixou vacinado contra evangelizadores.

O evangelismo  e o marketing de alguns grupos defensores dessa ou daquela linguagem tentam provar o contrário do que foi dito aqui, tranzendo a «boa nova» da ferramenta definitiva, mas a verdade não é bem essa.

A evolução só pode vir da diversidade; toda unanimidade é burra.

[]&#039;s
Cacilhas, La Batalema</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ronaldo,</p>
<p>Gosto muito de seus textos, eu me identifico bastante e vejo que você consegue dizer de forma clara coisas que não consigo.</p>
<p>Parabéns.</p>
<p>Achei bastante interessante você ter dito que linguagens são arte e que você não precisa de validação externa para entender o que é interessante. Também penso assim.</p>
<p>Passei também por diversas linguagens, desde Basic – minha primeira linguagem – e Assembly de Z80 até Java. Passei por C, Perl, Python, Fortran, C++, Common Lisp, Smalltalk e algumas outras, quase nessa ordem, algumas profissionalmente, outras só por curtição, o que me expandiu bastante a visão e me deixou vacinado contra evangelizadores.</p>
<p>O evangelismo  e o marketing de alguns grupos defensores dessa ou daquela linguagem tentam provar o contrário do que foi dito aqui, tranzendo a «boa nova» da ferramenta definitiva, mas a verdade não é bem essa.</p>
<p>A evolução só pode vir da diversidade; toda unanimidade é burra.</p>
<p>[]&#8217;s<br />
Cacilhas, La Batalema</p>
]]></content:encoded>
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