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	<title>Comments on: A pobreza das conexões</title>
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	<description>Ainda movido por uma contradição em termos</description>
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		<title>By: Aprendendo em Redes de Colaboração &#187; Blog Archive &#187; 5 motivos para não se usar microblogues em educação</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6848</link>
		<dc:creator>Aprendendo em Redes de Colaboração &#187; Blog Archive &#187; 5 motivos para não se usar microblogues em educação</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:43:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] mesmo o tempo necessário para &#8220;a ancoragem&#8221; com conhecimentos prévios. Incentivar o fluxo contínuo (e irrefletido) de informações contribui muito mais para a produção de ruídos que podem ser [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] mesmo o tempo necessário para &#8220;a ancoragem&#8221; com conhecimentos prévios. Incentivar o fluxo contínuo (e irrefletido) de informações contribui muito mais para a produção de ruídos que podem ser [...]</p>
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		<title>By: Carlos</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6360</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 23:33:41 +0000</pubDate>
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		<description>Cara, ler esse artigo sacramentou de vez minha dúvidas sobre blogues e etc: são perda de tempo. 

Eu já vinha me questionando como esse tipo de conexão tem sido usado para promover marcas e produtos de maneira viral, gerando consumismo que ainda vai levar a falência da humanidade... mas agora fechou completamente meu conceito sobre redes sociais.

Muitíssimo obrigado.

Carlos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, ler esse artigo sacramentou de vez minha dúvidas sobre blogues e etc: são perda de tempo. </p>
<p>Eu já vinha me questionando como esse tipo de conexão tem sido usado para promover marcas e produtos de maneira viral, gerando consumismo que ainda vai levar a falência da humanidade&#8230; mas agora fechou completamente meu conceito sobre redes sociais.</p>
<p>Muitíssimo obrigado.</p>
<p>Carlos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Denniscs</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6311</link>
		<dc:creator>Denniscs</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 13:24:16 +0000</pubDate>
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		<description>UAU !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>UAU !</p>
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		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6296</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 02:22:48 +0000</pubDate>
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		<description>Thiago, eu é que tenho que agradecer mais uma vez pela consideração em questionar e procurar entender o que eu tinha deixado confuso. A discussão foi realmente boa. :)

---

Opa, José! Obrigado pelas palavras e também pela dica de livro. Fica aqui na minha lista de leituras próximas.

---

Opa, Volney! Obrigado pela visita e espero que tenha gostado. Obrigado também pela dica do autor--vou dar uma procurada se acho em algum lugar. Quanto à visita, é só avisar quando postar. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thiago, eu é que tenho que agradecer mais uma vez pela consideração em questionar e procurar entender o que eu tinha deixado confuso. A discussão foi realmente boa. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Opa, José! Obrigado pelas palavras e também pela dica de livro. Fica aqui na minha lista de leituras próximas.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Opa, Volney! Obrigado pela visita e espero que tenha gostado. Obrigado também pela dica do autor&#8211;vou dar uma procurada se acho em algum lugar. Quanto à visita, é só avisar quando postar. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Volney Faustini</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6295</link>
		<dc:creator>Volney Faustini</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 12:53:36 +0000</pubDate>
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		<description>Ronaldo,
Descobri vc por causa do twitter. Ao invés de ligar a tv por causa da #f1 - fiz o de costume e dei uma geral na net, começando pelo passarinho-baleia.

O tio Mihalyi é um de meus favoritos.

E concordo com a ruptura da mediocridade e dos lugares comuns - vide outro tiozão Scott M Peck - seus livros estão esgotados por aqui (A trilha menos percorrida). 

Vou refletir mais um pouco e juntar os cacos e daí vou postar - e lhe convidarei a me visitar. OK?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ronaldo,<br />
Descobri vc por causa do twitter. Ao invés de ligar a tv por causa da #f1 &#8211; fiz o de costume e dei uma geral na net, começando pelo passarinho-baleia.</p>
<p>O tio Mihalyi é um de meus favoritos.</p>
<p>E concordo com a ruptura da mediocridade e dos lugares comuns &#8211; vide outro tiozão Scott M Peck &#8211; seus livros estão esgotados por aqui (A trilha menos percorrida). </p>
<p>Vou refletir mais um pouco e juntar os cacos e daí vou postar &#8211; e lhe convidarei a me visitar. OK?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Jose Luis Braga</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6294</link>
		<dc:creator>Jose Luis Braga</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 10:54:05 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pela postagem, bem escrita e madura, sobre um tema muito atual. O livro Flow, infelizmente, é pouco conhecido, ainda não pegou por aqui. O desafio maior está na gerência de pessoal técnico que trabalha com altas tecnologias, veja no meu blog, http://zeluisbraga.wordpress.com/2009/02/14/inovacao-trabalho-em-equipe-e-o-processo-de-software/
o assunto já era atacado pelo Watts Humphrey há muitos anos. Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pela postagem, bem escrita e madura, sobre um tema muito atual. O livro Flow, infelizmente, é pouco conhecido, ainda não pegou por aqui. O desafio maior está na gerência de pessoal técnico que trabalha com altas tecnologias, veja no meu blog, <a href="http://zeluisbraga.wordpress.com/2009/02/14/inovacao-trabalho-em-equipe-e-o-processo-de-software/" rel="nofollow">http://zeluisbraga.wordpress.com/2009/02/14/inovacao-trabalho-em-equipe-e-o-processo-de-software/</a><br />
o assunto já era atacado pelo Watts Humphrey há muitos anos. Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thiago Silva</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6293</link>
		<dc:creator>Thiago Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 02:50:33 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Ronaldo,

essa foi uma _ótima_ resposta (e leitura)! Acho que eu compartilho de várias, se não, todas as suas idéias colocadas. 

Olhando para os meus bolsos agora, eu acho que não tenho mais nada a acrescentar para esta discussão. Exceto que me veio à mente um autor cujo trabalho, talvez sim, talvez não, vc possa se interessar (ou, melhor, já conheça!): marshall mcluhan

Grande abraço!
Thiago</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Ronaldo,</p>
<p>essa foi uma _ótima_ resposta (e leitura)! Acho que eu compartilho de várias, se não, todas as suas idéias colocadas. </p>
<p>Olhando para os meus bolsos agora, eu acho que não tenho mais nada a acrescentar para esta discussão. Exceto que me veio à mente um autor cujo trabalho, talvez sim, talvez não, vc possa se interessar (ou, melhor, já conheça!): marshall mcluhan</p>
<p>Grande abraço!<br />
Thiago</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6292</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 01:40:33 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos, obrigado! Concordo com seus pontos; acho que a tentação do tangível imediato é algo embutido na parte que guia nossa sobrevivência e se queremos essa transcendência, ele tem que ser direcionado de alguma forma. 

Sobre as distinções, concordo plenamente. Acho que mesmo o imediato tem seu valor se usado apropriadamente e não simplesmente por exige uma convenção naquele sentido.

---

Opa, Sérgio! Muito obrigado. Como sempre, você é muito mais gentil do que eu mereço. :)

---

Zuardi, thanks!

---

Opa, Rafael! Caramba, muito obrigado pelas palavras! 

Sobre o medo, eu acho que esse olhar de fora para dentro que você está fazendo é justamente o que me levou a escrever o texto em minha realidade particular. Espero que sua jornada seja proveitosa como a minha está sendo.

---

Opa, Edson, condensou perfeitamente o que eu precisei de tantas palavras para dizer. :) Eu acho que nos afastamos dos clichès somente para perceber como os mesmos são fundamentais para nós.

---

Enrique, aqui eu vou citar um dos meus autores preferidos. Ficção, mas perfeitamente aplicável. :)

I must not fear.
Fear is the mind-killer.
Fear is the little-death that brings total obliteration.
I will face my fear.
I will permit it to pass over me and through me.
And when it has gone past I will turn the inner eye to see its path.
Where the fear has gone there will be nothing.
Only I will remain.

Espero um boa jornada para você. E lembre-se, se encontar o Buddha, mate-o.

---

Komel, so do I, my friend, so do I. :) Belíssimo vídeo e estou devendo o Stalker ainda para conversarmos mais.

---

Opa, Thiago! Bão?

Tento responder abaixo. :)

&gt;&gt;&gt; Talvez eu tenha entendido onde vc quer chegar, ronaldo, mas não sei se entendi o que está dizendo, hehe. Mesmo assim, vou tentar depurar minhas idéias neste comentário, correndo o risco de atirar para a direção errada...

Eu confesso que estava tentando lidar com vários tópicos ao mesmo tempo. Se existe falha de entendimento, a falta é minha, não sua. Minha prosa é limitada, infelizmente, por mais que eu queira ser capaz de me expressar melhor. :)

&gt;&gt;&gt; &quot;Eu não consigo deixar de pensar em como a manutenção de conexões extrínsecas é um pobre substituto para o tipo de reflexão e prática associados com Arte e Realização (aqui, no sentido filosófico/matemático de atualizar, tornar real, reificar).&quot;

&gt;&gt;&gt; Eu não sei se considerar essa relação como &quot;substituição&quot; atinge a questão como um todo. Se eu entendi, as &quot;conexões extrínsecas&quot; me parecem partes importantes da nossa vida (talvez até mesmo as efêmeras). Mas a ausência (ou diminuição) delas implica em espaço para reflexão? E implica no desenvolvimento da reflexão? Eu acho que não.

Quando eu estava pensando em conexões extrínsecas, eu estava pensando nas conexões que existem por força de uma convenção e não por força de uma relação. Obviamente, eu não acredito que redes sociais e outras ferramentas de socialização seja necessariamente ruins. Pelo contrário, eu trabalho com isso e acredito bastante no potencial transformador que elas podem ter para as pessoas. 

A substituição em questão não é uma relação biunívoca, ou seja, eliminar um não vai necessariamente, como você disse, implicar no outro. Mas, sim, eu acredito que a manutenção de conexões transientes por força de convenção sejam detrimentais. Ferramentas são ferramentas, em última instância, e é o uso que fazemos das mesmas que determinar o padrão de alcance que elas podem ter. 

Talvez a questão que melhor represente o meu pensamento em relação a isso é a &quot;necessidade&quot; de reciprocar um indicação de socialização em uma rede ou a &quot;necessidade&quot; de estabelecer uma presença meramente porque existem outras presenças. Querendo ou não, nós somos limitados no nosso alcance social em termos de quantas relações sociais conseguimos manter simultaneamente e o contexto em que nossa vida se desenrola é afetado por isso. Espaço para reflexão e prática, então, não significam isolamento mas a utilização plena tanto do eu quanto do outro.

&gt;&gt;&gt; &quot;Flow requer investimento de tempo, e se flow é um pressuposto para trabalho produtivo e permanente, se segue que a manutenção de conexões efêmeras é algo que segue na contramão da realização.&quot;

&gt;&gt;&gt; Creio que qualquer atitude efêmera, a princípio, se mostra inimiga de uma &quot;atividade genuína&quot;. Mas onde existe pedra, madeira e uma pessoa efêmera, haverá uma manifestação efêmera com o uso de pedra e madeira. Com isso em mente, é a conectividade que leva a mediocridade, ou a mediocridade latente apenas se manifesta nesta nova forma de conectividade?

Não acho que atitudes efêmeras sejam contraproducentes. Pelo contrário, a vida é um combinado delas. Minha crítica, novamente, volta-se à construções de conexões (e não atitudes) que existem por força de um mecanismo e não por terem um razão inerente. 

Talvez eu não tenha me expressado bem, mas eu não acredito que Arte e Realização sejam resultado de alguma coisa ou fato que exija um grau de intelectualização ou um suposta profundidade de caráter. Chame-me de otimista, mas eu não acredito em mediocridade inerente; antes, eu acredito que é fácil deixar-se levar por ela e é fácil desviar a atenção do que poderia ser um objetivo digno do humano para algo que (me repetindo) existe somente por força de convenção.

Eu acredito na dignidade mesmo da presença de um coração impuro. Como o centurião disse uma vez: &quot;eu creio; ajuda-me na minha falta de fé&quot;.

&gt;&gt;&gt; &quot;Conectividade, nesse sentido, é uma forma de pobreza, porque gera um fluxo constante de interrupções que eliminam completamente qualquer possibilidade de que algo de concreto valor seja realizado.&quot;

&gt;&gt;&gt; Acho que as interrupções são uma coisa, e a conectividade é outra. A última gerar um fluxo constante da primeira, ao meu ver, é um acidente.

Com certeza. Mesmo assim, eu vejo como isso tem se tornado um componente de nossas vidas e penso justamente em quais são as implicações disso.

Por exemplo, quando eu falo sobre &quot;[c]elulares que vibram a cada segundo indicando uma nova mensagem de uma rede social composta essencialmente por estranhos de contato passageiro&quot;, a crítica não é ao contato com estranhos; ao contrário, a nossa vida é um composto desses pequenos encontros que, volta e meia, se transformam em coisas permanentes. Eu passei essencialmente quatro anos em contato com uma pessoa que considero um dos meus melhores amigos antes que nos encontrássemos no assim chamado mundo real. 

Mas, voltando ao celular, quando a coisa toma força por si própria, ou seja, eu preciso receber as mensagens porque eu preciso existir dentro daquele contexto, o contexto passa a me definir e não o contrário. E quando o contexto está associado a algo que exige uma resposta rápida e constante, existe então a perda do que eu considero o trabalho longo, o flow. O estímulo se torna o motivo e não o meio.

&gt;&gt;&gt; Também, eu não acho que o &quot;conectado [...] perde a capacidade de cultivar jardins privados [...]&quot;. Como ele pode perder algo que nem possui? Talvez, sem orkuts e twitters, tal pessoa estaria na janela da casa fofocando com os vizinhos (só para ilustrar), e aí, acho que iremos falar sobre janelas. Talvez (permita a brincadeira) possamos criar ferramentas que oriente nós usuários, &quot;pelo caminho da virtude&quot;. Mas, seja como for, penso que a vida profana se manifesta em qualquer &quot;mídia sagrada&quot;.

Como podemos saber que a pessoa não possui o não-efêmero? Como mencionei acima, eu sou um otimista nesse ponto. Eu acho que o subjacente é real e acho que vida profana é uma belíssima expressão para isso. São os demônios que quero que me assombrem. :)

Eu não sei se há um caminho da virtude, então. Sim, pode ser que existam aqueles que, independentemente do meio, jamais atingirão o que eu chamei de Arte e Realização mas, nesse caso, eu falaria então para o resto.

&gt;&gt;&gt; Por isso, não acho que a feira é um problema por ter um bando de gente gritando, e isso nos impede de realizar a Arte. Somo nós, pessoas, que queremos ir para lá. Aqueles que entendem o que querem realizar, por outro lado, tem opções e as exercem.

Bem, aqui acho que nos desviamos um pouco do foco. Acho que isso cai no que disse acima também, sobre a convenção e &quot;necessidade&quot; inerente. Eu não me importo com a feira e com o barulho, mas com a convenção que diz a feira é necessária para reificar os relacionamentos que existem transitoriamente na mesma.

&gt;&gt;&gt; (Será que eu entendi?)

Acho que sim mas isso sou eu dizendo de fora; você é que pode me dizer depois da minha resposta :). Agradeço muito pelo tempo tomado para criticar o meu raciocínio. Olhando para o texto agora, eu vejo que realmente não fui claro em diferenciar algumas coisas, como, por exemplo, a questão de interrupções no contexto banal de coisas que nos atrapalham discretamente das interrupções dentro do escopo maior de flow como um trabalho permanente em busca de um ideal maior.

Espero ter conseguido, pelo menos, explicar um pouco do que estava por trás do que eu escrevi.

Abraços,

R.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos, obrigado! Concordo com seus pontos; acho que a tentação do tangível imediato é algo embutido na parte que guia nossa sobrevivência e se queremos essa transcendência, ele tem que ser direcionado de alguma forma. </p>
<p>Sobre as distinções, concordo plenamente. Acho que mesmo o imediato tem seu valor se usado apropriadamente e não simplesmente por exige uma convenção naquele sentido.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Opa, Sérgio! Muito obrigado. Como sempre, você é muito mais gentil do que eu mereço. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8212;</p>
<p>Zuardi, thanks!</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Opa, Rafael! Caramba, muito obrigado pelas palavras! </p>
<p>Sobre o medo, eu acho que esse olhar de fora para dentro que você está fazendo é justamente o que me levou a escrever o texto em minha realidade particular. Espero que sua jornada seja proveitosa como a minha está sendo.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Opa, Edson, condensou perfeitamente o que eu precisei de tantas palavras para dizer. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Eu acho que nos afastamos dos clichès somente para perceber como os mesmos são fundamentais para nós.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Enrique, aqui eu vou citar um dos meus autores preferidos. Ficção, mas perfeitamente aplicável. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>I must not fear.<br />
Fear is the mind-killer.<br />
Fear is the little-death that brings total obliteration.<br />
I will face my fear.<br />
I will permit it to pass over me and through me.<br />
And when it has gone past I will turn the inner eye to see its path.<br />
Where the fear has gone there will be nothing.<br />
Only I will remain.</p>
<p>Espero um boa jornada para você. E lembre-se, se encontar o Buddha, mate-o.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Komel, so do I, my friend, so do I. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Belíssimo vídeo e estou devendo o Stalker ainda para conversarmos mais.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Opa, Thiago! Bão?</p>
<p>Tento responder abaixo. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>>>> Talvez eu tenha entendido onde vc quer chegar, ronaldo, mas não sei se entendi o que está dizendo, hehe. Mesmo assim, vou tentar depurar minhas idéias neste comentário, correndo o risco de atirar para a direção errada&#8230;</p>
<p>Eu confesso que estava tentando lidar com vários tópicos ao mesmo tempo. Se existe falha de entendimento, a falta é minha, não sua. Minha prosa é limitada, infelizmente, por mais que eu queira ser capaz de me expressar melhor. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>>>> &#8220;Eu não consigo deixar de pensar em como a manutenção de conexões extrínsecas é um pobre substituto para o tipo de reflexão e prática associados com Arte e Realização (aqui, no sentido filosófico/matemático de atualizar, tornar real, reificar).&#8221;</p>
<p>>>> Eu não sei se considerar essa relação como &#8220;substituição&#8221; atinge a questão como um todo. Se eu entendi, as &#8220;conexões extrínsecas&#8221; me parecem partes importantes da nossa vida (talvez até mesmo as efêmeras). Mas a ausência (ou diminuição) delas implica em espaço para reflexão? E implica no desenvolvimento da reflexão? Eu acho que não.</p>
<p>Quando eu estava pensando em conexões extrínsecas, eu estava pensando nas conexões que existem por força de uma convenção e não por força de uma relação. Obviamente, eu não acredito que redes sociais e outras ferramentas de socialização seja necessariamente ruins. Pelo contrário, eu trabalho com isso e acredito bastante no potencial transformador que elas podem ter para as pessoas. </p>
<p>A substituição em questão não é uma relação biunívoca, ou seja, eliminar um não vai necessariamente, como você disse, implicar no outro. Mas, sim, eu acredito que a manutenção de conexões transientes por força de convenção sejam detrimentais. Ferramentas são ferramentas, em última instância, e é o uso que fazemos das mesmas que determinar o padrão de alcance que elas podem ter. </p>
<p>Talvez a questão que melhor represente o meu pensamento em relação a isso é a &#8220;necessidade&#8221; de reciprocar um indicação de socialização em uma rede ou a &#8220;necessidade&#8221; de estabelecer uma presença meramente porque existem outras presenças. Querendo ou não, nós somos limitados no nosso alcance social em termos de quantas relações sociais conseguimos manter simultaneamente e o contexto em que nossa vida se desenrola é afetado por isso. Espaço para reflexão e prática, então, não significam isolamento mas a utilização plena tanto do eu quanto do outro.</p>
<p>>>> &#8220;Flow requer investimento de tempo, e se flow é um pressuposto para trabalho produtivo e permanente, se segue que a manutenção de conexões efêmeras é algo que segue na contramão da realização.&#8221;</p>
<p>>>> Creio que qualquer atitude efêmera, a princípio, se mostra inimiga de uma &#8220;atividade genuína&#8221;. Mas onde existe pedra, madeira e uma pessoa efêmera, haverá uma manifestação efêmera com o uso de pedra e madeira. Com isso em mente, é a conectividade que leva a mediocridade, ou a mediocridade latente apenas se manifesta nesta nova forma de conectividade?</p>
<p>Não acho que atitudes efêmeras sejam contraproducentes. Pelo contrário, a vida é um combinado delas. Minha crítica, novamente, volta-se à construções de conexões (e não atitudes) que existem por força de um mecanismo e não por terem um razão inerente. </p>
<p>Talvez eu não tenha me expressado bem, mas eu não acredito que Arte e Realização sejam resultado de alguma coisa ou fato que exija um grau de intelectualização ou um suposta profundidade de caráter. Chame-me de otimista, mas eu não acredito em mediocridade inerente; antes, eu acredito que é fácil deixar-se levar por ela e é fácil desviar a atenção do que poderia ser um objetivo digno do humano para algo que (me repetindo) existe somente por força de convenção.</p>
<p>Eu acredito na dignidade mesmo da presença de um coração impuro. Como o centurião disse uma vez: &#8220;eu creio; ajuda-me na minha falta de fé&#8221;.</p>
<p>>>> &#8220;Conectividade, nesse sentido, é uma forma de pobreza, porque gera um fluxo constante de interrupções que eliminam completamente qualquer possibilidade de que algo de concreto valor seja realizado.&#8221;</p>
<p>>>> Acho que as interrupções são uma coisa, e a conectividade é outra. A última gerar um fluxo constante da primeira, ao meu ver, é um acidente.</p>
<p>Com certeza. Mesmo assim, eu vejo como isso tem se tornado um componente de nossas vidas e penso justamente em quais são as implicações disso.</p>
<p>Por exemplo, quando eu falo sobre &#8220;[c]elulares que vibram a cada segundo indicando uma nova mensagem de uma rede social composta essencialmente por estranhos de contato passageiro&#8221;, a crítica não é ao contato com estranhos; ao contrário, a nossa vida é um composto desses pequenos encontros que, volta e meia, se transformam em coisas permanentes. Eu passei essencialmente quatro anos em contato com uma pessoa que considero um dos meus melhores amigos antes que nos encontrássemos no assim chamado mundo real. </p>
<p>Mas, voltando ao celular, quando a coisa toma força por si própria, ou seja, eu preciso receber as mensagens porque eu preciso existir dentro daquele contexto, o contexto passa a me definir e não o contrário. E quando o contexto está associado a algo que exige uma resposta rápida e constante, existe então a perda do que eu considero o trabalho longo, o flow. O estímulo se torna o motivo e não o meio.</p>
<p>>>> Também, eu não acho que o &#8220;conectado [...] perde a capacidade de cultivar jardins privados [...]&#8220;. Como ele pode perder algo que nem possui? Talvez, sem orkuts e twitters, tal pessoa estaria na janela da casa fofocando com os vizinhos (só para ilustrar), e aí, acho que iremos falar sobre janelas. Talvez (permita a brincadeira) possamos criar ferramentas que oriente nós usuários, &#8220;pelo caminho da virtude&#8221;. Mas, seja como for, penso que a vida profana se manifesta em qualquer &#8220;mídia sagrada&#8221;.</p>
<p>Como podemos saber que a pessoa não possui o não-efêmero? Como mencionei acima, eu sou um otimista nesse ponto. Eu acho que o subjacente é real e acho que vida profana é uma belíssima expressão para isso. São os demônios que quero que me assombrem. <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Eu não sei se há um caminho da virtude, então. Sim, pode ser que existam aqueles que, independentemente do meio, jamais atingirão o que eu chamei de Arte e Realização mas, nesse caso, eu falaria então para o resto.</p>
<p>>>> Por isso, não acho que a feira é um problema por ter um bando de gente gritando, e isso nos impede de realizar a Arte. Somo nós, pessoas, que queremos ir para lá. Aqueles que entendem o que querem realizar, por outro lado, tem opções e as exercem.</p>
<p>Bem, aqui acho que nos desviamos um pouco do foco. Acho que isso cai no que disse acima também, sobre a convenção e &#8220;necessidade&#8221; inerente. Eu não me importo com a feira e com o barulho, mas com a convenção que diz a feira é necessária para reificar os relacionamentos que existem transitoriamente na mesma.</p>
<p>>>> (Será que eu entendi?)</p>
<p>Acho que sim mas isso sou eu dizendo de fora; você é que pode me dizer depois da minha resposta <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Agradeço muito pelo tempo tomado para criticar o meu raciocínio. Olhando para o texto agora, eu vejo que realmente não fui claro em diferenciar algumas coisas, como, por exemplo, a questão de interrupções no contexto banal de coisas que nos atrapalham discretamente das interrupções dentro do escopo maior de flow como um trabalho permanente em busca de um ideal maior.</p>
<p>Espero ter conseguido, pelo menos, explicar um pouco do que estava por trás do que eu escrevi.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>R.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: gk</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6291</link>
		<dc:creator>gk</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 01:18:13 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre a questão &quot;Arte&quot;, faço as palavras d Tarkvosky minhas:

http://www.youtube.com/watch?v=V27XlEDLdtE

Enjoy.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a questão &#8220;Arte&#8221;, faço as palavras d Tarkvosky minhas:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=V27XlEDLdtE" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=V27XlEDLdtE</a></p>
<p>Enjoy.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thiago Silva</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/comment-page-1/#comment-6290</link>
		<dc:creator>Thiago Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 22:52:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/#comment-6290</guid>
		<description>Talvez eu tenha entendido onde vc quer chegar, ronaldo, mas não sei se entendi o que está dizendo, hehe. Mesmo assim, vou tentar depurar minhas idéias neste comentário, correndo o risco de atirar para a direção errada...

&quot;Eu não consigo deixar de pensar em como a manutenção de conexões extrínsecas é um pobre substituto para o tipo de reflexão e prática associados com Arte e Realização (aqui, no sentido filosófico/matemático de atualizar, tornar real, reificar).&quot;

Eu não sei se considerar essa relação como &quot;substituição&quot; atinge a questão como um todo. Se eu entendi, as &quot;conexões extrínsecas&quot; me parecem partes importantes da nossa vida (talvez até mesmo as efêmeras). Mas a ausência (ou diminuição) delas implica em espaço para reflexão? E implica no desenvolvimento da reflexão? Eu acho que não.

&quot;Flow requer investimento de tempo, e se flow é um pressuposto para trabalho produtivo e permanente, se segue que a manutenção de conexões efêmeras é algo que segue na contramão da realização.&quot;

Creio que qualquer atitude efêmera, a princípio, se mostra inimiga de uma &quot;atividade genuína&quot;. Mas onde existe pedra, madeira e uma pessoa efêmera, haverá uma manifestação efêmera com o uso de pedra e madeira. Com isso em mente, é a conectividade que leva a mediocridade, ou a mediocridade latente apenas se manifesta nesta nova forma de conectividade?

&quot;Conectividade, nesse sentido, é uma forma de pobreza, porque gera um fluxo constante de interrupções que eliminam completamente qualquer possibilidade de que algo de concreto valor seja realizado.&quot;

Acho que as interrupções são uma coisa, e a conectividade é outra. A última gerar um fluxo constante da primeira, ao meu ver, é um acidente.

Também, eu não acho que o &quot;conectado [...] perde a capacidade de cultivar jardins privados [...]&quot;. Como ele pode perder algo que nem possui? Talvez, sem orkuts e twitters, tal pessoa estaria na janela da casa fofocando com os vizinhos (só para ilustrar), e aí, acho que iremos falar sobre janelas. Talvez (permita a brincadeira) possamos criar ferramentas que oriente nós usuários, &quot;pelo caminho da virtude&quot;. Mas, seja como for, penso que a vida profana se manifesta em qualquer &quot;mídia sagrada&quot;.

Por isso, não acho que a feira é um problema por ter um bando de gente gritando, e isso nos impede de realizar a Arte. Somo nós, pessoas, que queremos ir para lá. Aqueles que entendem o que querem realizar, por outro lado, tem opções e as exercem.

(Será que eu entendi?)

grande abraço!
Thiago</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez eu tenha entendido onde vc quer chegar, ronaldo, mas não sei se entendi o que está dizendo, hehe. Mesmo assim, vou tentar depurar minhas idéias neste comentário, correndo o risco de atirar para a direção errada&#8230;</p>
<p>&#8220;Eu não consigo deixar de pensar em como a manutenção de conexões extrínsecas é um pobre substituto para o tipo de reflexão e prática associados com Arte e Realização (aqui, no sentido filosófico/matemático de atualizar, tornar real, reificar).&#8221;</p>
<p>Eu não sei se considerar essa relação como &#8220;substituição&#8221; atinge a questão como um todo. Se eu entendi, as &#8220;conexões extrínsecas&#8221; me parecem partes importantes da nossa vida (talvez até mesmo as efêmeras). Mas a ausência (ou diminuição) delas implica em espaço para reflexão? E implica no desenvolvimento da reflexão? Eu acho que não.</p>
<p>&#8220;Flow requer investimento de tempo, e se flow é um pressuposto para trabalho produtivo e permanente, se segue que a manutenção de conexões efêmeras é algo que segue na contramão da realização.&#8221;</p>
<p>Creio que qualquer atitude efêmera, a princípio, se mostra inimiga de uma &#8220;atividade genuína&#8221;. Mas onde existe pedra, madeira e uma pessoa efêmera, haverá uma manifestação efêmera com o uso de pedra e madeira. Com isso em mente, é a conectividade que leva a mediocridade, ou a mediocridade latente apenas se manifesta nesta nova forma de conectividade?</p>
<p>&#8220;Conectividade, nesse sentido, é uma forma de pobreza, porque gera um fluxo constante de interrupções que eliminam completamente qualquer possibilidade de que algo de concreto valor seja realizado.&#8221;</p>
<p>Acho que as interrupções são uma coisa, e a conectividade é outra. A última gerar um fluxo constante da primeira, ao meu ver, é um acidente.</p>
<p>Também, eu não acho que o &#8220;conectado [...] perde a capacidade de cultivar jardins privados [...]&#8220;. Como ele pode perder algo que nem possui? Talvez, sem orkuts e twitters, tal pessoa estaria na janela da casa fofocando com os vizinhos (só para ilustrar), e aí, acho que iremos falar sobre janelas. Talvez (permita a brincadeira) possamos criar ferramentas que oriente nós usuários, &#8220;pelo caminho da virtude&#8221;. Mas, seja como for, penso que a vida profana se manifesta em qualquer &#8220;mídia sagrada&#8221;.</p>
<p>Por isso, não acho que a feira é um problema por ter um bando de gente gritando, e isso nos impede de realizar a Arte. Somo nós, pessoas, que queremos ir para lá. Aqueles que entendem o que querem realizar, por outro lado, tem opções e as exercem.</p>
<p>(Será que eu entendi?)</p>
<p>grande abraço!<br />
Thiago</p>
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