O lado negro da força

August 27th, 2009 § 8 comments

Dez horas da manhã, eu recebo um e-mail com uma singela planilha de Excel para revisar. Clico na planilha, ela começa a abrir e o Excel trava.

Legal, cliente de e-mail dos infernos–eu penso.

Queimo o processo do Excel e tento abrir a planilha de novo. Nada, o Excel trava de novo. Pontinha de dúvida bate, será que alguma coisa cagou na instalação dele?

Queimo o processo de novo e tento abrir outro arquivo. Excel trava. Nesse momento, bate a preocupação: caramba, se o Excel não está funcionando, como é que eu vou revisar a planilha e atualizar as outras coisas que estão pendentes. Pior, vou ter que acionar o help-desk, esperar um técnico aparecer–Caramba! Eu preciso desse Excel funcionando.

Nessa hora já estou hiper-ventilando. Voltando ao passado distante de programador, abro uma janela do console, encontro o arquivo de preferência do Excel e removo o arquivo. Tento tudo de novo e nada.

Finalmente, já desesperado, lembro que tenho o OpenOffice rodando–resquício também da época em que programava e fazia questão de usar software livre, nada dessas coisas corporativas e só de vez em quando para alguma coisa mais simples. OpenOffice trava também.

Começo a pensar que o problema deve ser no arquivo. Veja se não tem nada pendente de processos, abro um arquivo diferente e tudo funciona as mil maravilhas. Pelo visto, quando tentei abrir o outro arquivo da primeira vez, o processo ainda estava pendente e travou também.

Peço à pessoa para enviar outra versão do arquivo e consigo abrir. Ufa! Dia, vida, trabalho–todos salvos.

É só aí que caí a ficha: eu fui convertido ao lado negro da força.

Acho que vou precisar de terapia depois disso.

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