Sobre linguagens de programação, desespero e raiva

November 16th, 2009 § 3 comments

Isso é lindo:

[T]he State of the End-User Environment / Programming Onion…

So, in a confluence of events, I have been lately looking at Scala and yesterday spent some time looking at Pike / Thompson / Google et. al.’s “Go” language for “systems programming.” And Guido halts Python syntactic evolution before the job is done…

And it fills me with despair and anger.

Language designers in general: You are IN THE WAY. Go here:

http://www.rebol.com/oneliners.html

…then do us all a favor and don’t resist the urge to fall on that wakizashi when your shame overcomes you.

Jeff Bone

Leia mais em [FoRK] Programming languages, operating systems, despair and anger. A sensação com Go foi exatamente a que eu tive: conceitos razoavelmente interessantes empacotados em uma sintaxe que só ajuda a piorar o que havia antes.

É claro que não há balas de prata, mas há de se pensar em algo que quebre o molde que estamos usando nas últimas décadas.

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§ 3 Responses to Sobre linguagens de programação, desespero e raiva"

  • Se a gente for olhar as ‘novas’ linguagens e analisar as origens, vamos ver que é quase sempre assim. Tira-se alguma coisa, coloca-se outras, algumas coisas melhoram e outras pioram. Parece que a intenção foi mais a velocidade de compilação. Optaram pela sintaxe mais C-like mas poderiam ter escolhido algo(l) mais Pascal-like. Acho que daria na mesma, porém o público gostaria menos (sem contar a história do Limbo). Acho que, com a estrutura/peso do Google e as cabeças por lá, poderia/deveria sair algo bem mais revolucionário. Uma linguagem para o programador, como o Jeff citou.

    Achei interessante eu ter citado REBOL no artigo anterior e ser algo que o Jeff acha interessante (vai ver que ele leu o teu blog :) ). Mas eu discordo de ser negativada apenas pelo fato de ser uma linguagem comercial. E o preço nem é tão exorbitante assim. Basta comparar os preços de REBOL com ColdFusion, por exemplo. Programas em uma linha até são engraçadinhos, mas acho que não refletem a realidade. Ontem saiu um exemplo que achei bem mais interessante:
    http://www.rebol.com/article/0440.html

  • LKRaider says:

    “Mas eu discordo de ser negativada apenas pelo fato de ser uma linguagem comercial.”

    Ser comercial tem pelo menos três argumentos fortes contra: a garantia de tempo de vida da linguagem; a possibilidade de adaptação da linguagem à outros sistemas/arquiteturas ou casos específicos; e não menos importante, uma menor comunidade de desenvolvedores.

  • Olha LKRaider, não discordo dos argumentos, pelo menos totalmente. Mas o fato de ter uma licença mais flexível também não é garantia de muita coisa, se a linguagem não for ‘mainstream’. Já li: “O Linux é legal pois é possível adaptá-lo as suas necessidades pois tem o código fonte.”. Não é mentira, mas não é para qualquer um. E, nem todas as linguagens comerciais são iguais. Não sei dos detalhes de LispWorks ou

    “…REBOL source is also in the escrow, so if RT would go bancrupt, the code would be available, so no worries here. …”

    No mais, a arquitetura da linguagem é bastante flexível http://www.rebol.com/rebol3/architecture.html . Existe ainda uma versão OS mas acho que pararam há uns dois anos (ORCA).

    Só para deixar claro, acho REBOL legal mas a linguagem também tem seus problemas (como qualquer outra).

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