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	<title>Comments on: Sobre linguagens de programação, desespero e raiva</title>
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	<description>Ainda movido por uma contradição em termos</description>
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		<title>By: Guaracy Monteiro</title>
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		<dc:creator>Guaracy Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:44:17 +0000</pubDate>
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		<description>Olha LKRaider, não discordo dos argumentos, pelo menos totalmente. Mas o fato de ter uma licença mais flexível também não é garantia de muita coisa, se a linguagem não for &#039;mainstream&#039;. Já li: &quot;O Linux é legal pois é possível adaptá-lo as suas necessidades pois tem o código fonte.&quot;. Não é mentira, mas não é para qualquer um. E, nem todas as linguagens comerciais são iguais. Não sei dos detalhes de LispWorks ou 

&quot;...REBOL source is also in the escrow, so if RT would go bancrupt, the code would be available, so no worries here. ...&quot;

No mais, a arquitetura da linguagem é bastante flexível http://www.rebol.com/rebol3/architecture.html . Existe ainda uma versão OS mas acho que pararam há uns dois anos (ORCA). 

Só para deixar claro, acho REBOL legal mas a linguagem também tem seus problemas (como qualquer outra).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha LKRaider, não discordo dos argumentos, pelo menos totalmente. Mas o fato de ter uma licença mais flexível também não é garantia de muita coisa, se a linguagem não for &#8216;mainstream&#8217;. Já li: &#8220;O Linux é legal pois é possível adaptá-lo as suas necessidades pois tem o código fonte.&#8221;. Não é mentira, mas não é para qualquer um. E, nem todas as linguagens comerciais são iguais. Não sei dos detalhes de LispWorks ou </p>
<p>&#8220;&#8230;REBOL source is also in the escrow, so if RT would go bancrupt, the code would be available, so no worries here. &#8230;&#8221;</p>
<p>No mais, a arquitetura da linguagem é bastante flexível <a href="http://www.rebol.com/rebol3/architecture.html" rel="nofollow">http://www.rebol.com/rebol3/architecture.html</a> . Existe ainda uma versão OS mas acho que pararam há uns dois anos (ORCA). </p>
<p>Só para deixar claro, acho REBOL legal mas a linguagem também tem seus problemas (como qualquer outra).</p>
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		<title>By: LKRaider</title>
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		<dc:creator>LKRaider</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:53:38 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Mas eu discordo de ser negativada apenas pelo fato de ser uma linguagem comercial.&quot;

Ser comercial tem pelo menos três argumentos fortes contra: a garantia de tempo de vida da linguagem; a possibilidade de adaptação da linguagem à outros sistemas/arquiteturas ou casos específicos; e não menos importante, uma menor comunidade de desenvolvedores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mas eu discordo de ser negativada apenas pelo fato de ser uma linguagem comercial.&#8221;</p>
<p>Ser comercial tem pelo menos três argumentos fortes contra: a garantia de tempo de vida da linguagem; a possibilidade de adaptação da linguagem à outros sistemas/arquiteturas ou casos específicos; e não menos importante, uma menor comunidade de desenvolvedores.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Guaracy Monteiro</title>
		<link>http://logbr.reflectivesurface.com/2009/11/16/sobre-linguagens-de-programacao-desespero-e-raiva/comment-page-1/#comment-6629</link>
		<dc:creator>Guaracy Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:20:17 +0000</pubDate>
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		<description>Se a gente for olhar as &#039;novas&#039; linguagens e analisar as origens, vamos ver que é quase sempre assim. Tira-se alguma coisa, coloca-se outras, algumas coisas melhoram e outras pioram. Parece que a intenção foi mais a velocidade de compilação. Optaram pela sintaxe mais C-like mas poderiam ter escolhido algo(l) mais Pascal-like. Acho que daria na mesma, porém o público gostaria menos (sem contar a história do Limbo). Acho que, com a estrutura/peso do Google e as cabeças por lá, poderia/deveria sair algo bem mais revolucionário. Uma linguagem para o programador, como o Jeff citou. 

Achei interessante eu ter citado REBOL no artigo anterior e ser algo que o Jeff acha interessante (vai ver que ele leu o teu blog :) ). Mas eu discordo de ser negativada apenas pelo fato de ser uma linguagem comercial. E o preço nem é tão exorbitante assim. Basta comparar os preços de REBOL com ColdFusion, por exemplo. Programas em uma linha até são engraçadinhos, mas acho que não refletem a realidade. Ontem saiu um exemplo que achei bem mais interessante:
http://www.rebol.com/article/0440.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a gente for olhar as &#8216;novas&#8217; linguagens e analisar as origens, vamos ver que é quase sempre assim. Tira-se alguma coisa, coloca-se outras, algumas coisas melhoram e outras pioram. Parece que a intenção foi mais a velocidade de compilação. Optaram pela sintaxe mais C-like mas poderiam ter escolhido algo(l) mais Pascal-like. Acho que daria na mesma, porém o público gostaria menos (sem contar a história do Limbo). Acho que, com a estrutura/peso do Google e as cabeças por lá, poderia/deveria sair algo bem mais revolucionário. Uma linguagem para o programador, como o Jeff citou. </p>
<p>Achei interessante eu ter citado REBOL no artigo anterior e ser algo que o Jeff acha interessante (vai ver que ele leu o teu blog <img src='http://logbr.reflectivesurface.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ). Mas eu discordo de ser negativada apenas pelo fato de ser uma linguagem comercial. E o preço nem é tão exorbitante assim. Basta comparar os preços de REBOL com ColdFusion, por exemplo. Programas em uma linha até são engraçadinhos, mas acho que não refletem a realidade. Ontem saiu um exemplo que achei bem mais interessante:<br />
<a href="http://www.rebol.com/article/0440.html" rel="nofollow">http://www.rebol.com/article/0440.html</a></p>
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