The State of JavaScript

Escrevi sobre o JavaScript como a próxima grande linguagem lá em 2007. Algumas das minhas razões foram um tanto ou quanto ingênuas, mas acho que o núcleo do argumento continua válido e acabou se provando. E como sempre, se você olhar palestras como The State of JavaScript, o futuro foi mais interessante do que o imaginado.

Bons tempos para uma linguagem nova.

5 Replies to “The State of JavaScript”

  1. Eu sempre gostei de JavaScript. Já passei por várias linguagens server-side, mas JavaScript sempre teve seu lugar no front-end. Agora, com Node.js, também fica bem
    interessante poder usar coisas como defineGetter/defineSetter sem ter que se preocupar com IE. <3

  2. PotHix, corrigido!

    Jonas, achei que você já tinha uns 10 projetos com o JS já. Ainda tem algumas mazelas server-side mas depois do Node.js a coisa está muito boa.

    Nando, pois é. Eu estou experimentando com o Node.js agora e gostando muito. Em algumas coisas eu acabo trombando com o mindset OO de vários anos e tentando entender como mudar para algumas das “limitações” do JS, mas de resto está indo muito bem.

    Se vierem essas mudanças mesmo, vai ficar bem mais interessante.

  3. Nunca fui com a cara do JS e não uso (até tentei o qooxdoo). Então não posso falar muito, mas achei algumas novidades fraquinhas (interação, set). Não gostei do exemplo do swap e só usei goto no Pascal uma vez na vida. Também não entendi o slide “JS > bytecode” onde fala em tipagem dinâmica. As duas coisas não possuem relação. Não sei se mudou alguma coisa, mas se roda no cliente eu não considero server side.

    Mas se estão modernizando a linguagem, ótimo para quem utiliza. De resto acho o uso meio “imposto” já que “faz parte” do navegador.

    O que mais me agradou foi retornar ao Superfície Reflexiva. 🙂

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