“Brinquedos” antigos e novos

Voltando a escrever aqui, andei dando uma fuçada nos arquivos antigos do blog e achei dois textos sobre computadores que comprei no passado (prometo que vem coisa mais séria depois).

O primeiro computador mencionado, de 2003, foi o segundo computador que tive pessoalmente, tirando os de trabalho. Era um Athlon 2.6GHz, com 1GB de RAM, 80GB de disco, e placa de vídeo GeForce 128MB 8x. Pelo texto, e pelo que me lembro (o computador foi pagamento por um serviço que fiz), o anterior tinha 256MB de memória e 20GB de disco, sem placa de vídeo externa.

O segundo computador mencionado, de 2007, era um Intel Core 2 Duo E6300 (1.86Ghz), 2GB de memória, 250GB de disco, e uma placa de vídeo ATI X1300 256MB. Foi um substituto direto da máquina anterior e, interessante, tinha uma clock speed inferior e somente o dobro de memória, comparado com o aumento de quatro vezes de uma instância para a outra.

A minha máquina atual é um Xeon W-2155 3.3Ghz, com 192Gb de RAM, 2x4TB SDD + 2x12TB HDD, e uma placa de vídeo RTX 2080 Ti (11Gb de VRAM). Esse foi construído para ML e matemática–uso muito Mathematica para a faculdade de matemática pura que curso atualmente e o excesso de memória e processamento vem a calhar.

A grande ironia dessa coisa toda é que todos esses computadores (e todos outros que tive no meio do caminho como estações de trabalho ou gaming rigs) me dava a mesma sensação. Rodando X-Plane em um monitor 4k, com todos os plugins embutidos (o uso de fim de semana), eu consigo os mesmos 40-60 fps que conseguia com os predecessores anos atrás.

Se há alguma lição aqui, eu não sei qual é…

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