Motivação para blogar

February 1st, 2007 § 1 comment § permalink

O Fábio Caparica, figura antiga entre os blogs brasileiros, colocou hoje no ar um artigo bastante interessante sobre o que motiva as pessoas a blogarem.

O artigo, além de tecer algumas considerações muito boas sobre a questão, também apresenta uma série de entrevistas com alguns dos mais conhecidos blogueiros brasileiros discutindo o que os levou a blogar e quais as suas perspectivas atuais sobre o assunto. Vale uma boa conferida pelos insights desse pessoal conhecido. As opiniões são, é claro, tão variadas quantos as motivações.

Eu não vou comentar sobre o assunto aqui, porque fui um dos entrevistados. Não considero o meu blog tão conhecido como os outros, obviamente, mas foi legal participar e colocar em palavras algumas coisas que nem eu mesmo tinha percebido.

Bloglines vs. Google Reader

January 17th, 2007 § 23 comments § permalink

Estou ficando meio decepcionado com o Bloglines pela confusão que ele anda fazendo atualmente em identificar entradas novas em um blog, principalmente quando eu peço para o programa manter entradas como novas.

Eu andei experimentando com o Google Reader, mas achei um pouco lento a princípio. Alguém usa ou uso o segundo o suficiente para dizer se ele tem o mesmo problema do Bloglines? Ou talvez eu devesse usar o Venus.

Opções, opções…

Quanto gasta seu blog?

January 4th, 2007 § 12 comments § permalink

Via Meio Bit, veio um artigo no Sobre Blogs sobre quanto uma pessoa gasta para manter um blog. Segundo o autor do artigo, considerando os gastos com hospedagem, acesso à Internet, energia e o próprio tempo gasto em atualizar e manter o blog, o custo de uma presença Web desse tipo pode chegar a quase R$500,00 por mês. O artigo segue então para questionar o retorno de anúncios como os do Google e refletir se realmente vale a pena manter um blog.

Pensando de um ponto de vista simplista, pode parecer que manter um blog é realmente mais caro do que vale a pena. Mas para mim o cálculo não faz sentido. Os gastos com hospedagem e com registro de domínio provavelmente devem ser ignorados para a maioria dos sites, já que uma presença distintiva na Web é algo bem importante, mesmo que seja apenas por um e-mail facilmente identificável. O custo com acesso à Internet também pode ser descartado, principalmente se você escreve do trabalho ou possui acesso dedicado em casa por conta de outras necessidades. Por fim, o custo de energia é irrelevante, principalmente para quem deixa o computador ligado o dia inteiro (mesmo que seja só baixando arquivos de vídeo).

Assim, exceto se todo o custo acima é usado para realmente manter o blog, o que provavelmente é bem raro, o custo amortizado é mínimo, sendo basicamente o das horas pessoais gastas no mesmo.

E se consideramos o outro lado da moeda, um blog pode retornar muito mais do que meramente o obtido em anúncios pelo Google. E, por exemplo, nunca anunciei nada aqui, mas meu retorno financeiro direto do blog ao longo já chegou à casa dos cinco dígitos em alguns anos. Isso veio de artigos escritos, comentários feitos, contatos obtidos e uma série de outras coisas que não teriam acontecido sem o que eu escrevo aqui. O retorno indireto é muito mais importante do que o retorno direto.

No final das contas, mesmo as horas supostamente gastas em escrever artigos e entradas são compensadas pelo conhecimento adquirido no processo–seja por aprender o necessário para escrever ou seja pelas respostas rebatendo ou confirmando o seu conhecimento, em um diálogo constante. Ajudar os leitores e ser ajudados por eles é outra forma de compensação também.

Eu realmente não ganho centenas de dólares por dia com anúncios, mas não posso reclamar de forma alguma da relação custo-benefício desse blog.

RSS como plataforma

March 18th, 2006 § 4 comments § permalink

Com os desenvolvimentos recentes no mundo do RSS (e seus derivativos), incluindo o lançamento da Windows RSS Platform, a conversa sobre o uso do formato como uma plataforma real de transporte de dados ganhou um novo tom. Uma boa parte da conversa agora é sobre como maximizar o potencial do formato e ferramentas e como resolver problemas existentes.

Do que eu li até agora, não vi muita discussão sobre feeds RSS mutáveis, isto é, feeds RSS interativos, que permitem que o usuário passe dados através do agregador, fazendo com que o comportamento futuro do feed seja mudado com base naquilo que ele escolheu.

Obviamente, suporte para isso ainda não existe nos agregadores atuais — pelo menos em nenhum dos que eu conheço e/ou testei. Aliás, por causa do medo de problemas de segurança como XSS e outras mazelas similares, a maioria dos desenvolvedores de agregadores RSS preferiu simplesmente banir toda e qualquer possibilidade do uso de objetos e formulários dentro de feeds, incluindo JavaScript, Flash, etc.

O grande problema dessa atitude é que ela limita extremamente o que se pode fazer com RSS. Há pouco mais que um ano atrás, respondendo a uma questão de uma amiga, eu escrevi um artigo sobre feeds interativos. A aplicação ainda está no ar e pode ser acessada na área de testes desse blog. É um feed RSS que, ao invés de prover somente conteúdo, oferece uma ação em algumas das entradas. Dada a limitação dos agregadores atuais, pode ser necessário abrir cada entrada no navegador para alcançar a interatividade desejada.

A grande questão é: o que pode realmente ser feito com o RSS? Uma plataforma somente leitura é suficiente? Eu acredito que não. Considerando o contexto em que eu elaborei a aplicação acima, o de um curso distribuído via RSS, uma plataforma somente leitura não oferece muito interesse. Um curso típico possui uma árvore de atividades que depende muito das escolhas dos usuários, sem considerar ainda a questão de avaliações. Um formato somente leitura não é suficiente para uma experiência plena nesse contexto.

Como mencionado acima, há considerações de segurança a serem feitas. Permitir qualquer tipo de conteúdo pode levar a episódios como o protaganizado há alguns anos por Mark Pilgrim, que tomou o “controle” de agregadores RSS por meio de um HTML cuidadosamente construído. O texto que ele escreveu depois influenciou toda a geração atual de agregadores no que tange à segurança. Ainda assim, navegadores lidam com as mesmas variáveis e — a despeito de todos os problemas — sucedem em fazer tudo funcionar.

Antes que eu comece a repetir o que já escrevi no texto anterior, eu acredito que o RSS pode evoluir bem além do que existe atualmente. Novas aplicações — principamente no tão aclamado estilo Web 2.0 — dependem de uma possibilidade maior de ação do que a oferecida pelos agregadores atuais. Como a competição na área parece estar a pleno vapor, não duvido que logo vejamos mudanças.

RSS interativo

December 1st, 2004 § 3 comments § permalink

A pergunta da Su sobre o SCORM continuou a martelar na minha cabeça mesmo depois que eu coloquei a resposta aqui no blog. Como eu mesmo indiquei no final da resposta, eu a achei um tanto insatisfatória. Considerando isso, eu comecei a pensar em alternativas viáveis para o contexto em que ela fez a pergunta.

Depois de refletir um pouco sobre o assunto, eu me voltei para o que ela tinha mencionado sobre blogs. Isso me levou, meio que obviamente, ao RSS. E eu resolvi fazer um pequeno experimento.

No contexto em que a pergunta foi feita, há a necessidade de minizar tanto custos quanto complexidade, ao mesmo tempo em que é preservada a capacidade para a interação e agregação de dados. Obviamente, a melhor maneira de minimizar custos é construir sobre um infra-estrutura já existente. E o RSS oferece a oportunidade de fazer isso de uma maneira bem simples.

O experimento, então, foi criar um feed RSS interativo, capaz de reagir às opções feitas pelo usuário e se comportar de uma maneira aproximada do fluxo de trabalho em um curso apresentando por um LMS comum. Como eu vou comentar mais adiante, o RSS oferece possibilidades que são tão ou mais interessantes do que os padrões existentes. » Read the rest of this entry «

Links, pontes e favores

November 16th, 2004 § 9 comments § permalink

Com um pouco de atraso, a blogosfera brasileira começa o debate sobre o mérito ou desmérito da reciprocidade no ato de criar um link na Web, especialmente no que concerne a blogs.

Da minha parte, eu espero que o debate não dure muito. O assunto é um campo minado, como os debates na blogosfera em inglês o demonstraram alguns meses atrás, e o discurso civil tende a ir rapidamente pelo ralo — infelizmente.

Eu não vou entrar na história toda por trás do assunto, mas os interessados podem acompanhar o começo no blog do Alexandre, e apanhar as respostas nos blogs do Roberto e do Galvez. (Por favor, ao visitar essas entradas, mantenha uma coisa em mente: os estilos e personalidades desses blogueiros, como não poderia deixar de ser, são notoriamente diferente. Julgue o argumento pelo mérito, não necessariamente pela forma como foi apresentado.)

Voltando à parte que me toca, eu devo dizer que concordo com o Galvez. Na minha não tão modesta opinião, o argumento de que um link deve ser retribuído não faz o menor sentido. Nem no que tange ao processo, nem no que tange ao ato em si.

No que tange ao processo, se todo link fosse retribuído, a Web naufragaria em um mar de referências irrelevantes rapidamente. A intenção de um link é criar um elo significativo entre dois textos. Não implica, necessariamente, que o outro texto se beneficiaria de um link de retorno. Em certos casos, isso é válido. Mecanismos como trackback e pingback realizam essa tarefa de uma maneira bem coerente, onde é necessário. A palavra chave é necessário. O contexto é que determina a reciprocidade. Numa discussão como essa que está acontecendo agora, por exemplo, manter links entre os vários comentários é quase que imprescindível para o entendimento geral do assunto.

Um link é uma mera referência. É um apontador que indica que o leitor do texto atual vai encontrar em outro local algo que complementa o que ele está lendo. Usando uma analogia, o link serve como uma espécie de referência bibliográfica. Esperar, então, que links dessa natureza sejam retribuídos, é como esperar que o autor de um obra qualquer publique uma nova edição agradecendo o uso de seus pontos de vista cada vez que alguém menciona o seu trabalho. Esperar que a pessoa agradeça por isso faz menos sentido ainda. O fato de que na Web isso é mais fácil de fazer não implica que deve ser feito.

Imagine, por outro lado, o que aconteceria se todo link fosse retribuído. Mecanismos de busca como o Google, que usam a quantidade de links para um texto como um parâmetro de relevância, perderiam grandemente sua eficiência (como, inclusive, já pode ser visto no efeito causado por spammers).

Blogrolls, sob esse prisma, servem como indicativos também. Eles dizem: “Eu leio essas pessoas. Você pode visitá-las e talvez encontrará algo que o agrade também.” Nada mais do que isso. Não consigo enxergar onde eles implicam uma obrigação de serem retribuídos.

No que tange ao ato em si, eu também não vejo o ato de criar um link como sendo um favor. Se o link foi feito porque era relevante, esperar a retribuição não faz sentido pelos motivos explicados acima. Se ele foi criado com a intenção de ser retribuído, o seu propósito foi deturpado. Como eu disse em um comentário no blog do Galvez, se o que está envolvido é gratidão, esperar que ela aconteça tira completamente o sentido da ação.

Mesmo quando você está usando o link para recomendar alguma coisa de interesse para os seus leitores, esperar que o recomendado retribua o favor tira todo o mérito da coisa — você diminui a recomendação para um mera exploração da possibilidade de interesse do recomendado. O título da entrada do Galvez, pesado como alguns acharam, é uma mera reflexão desse fato.

Existem outras questões (como tráfego e notoriedade) que são periféricas e que eu acredito não haver necessidade de mencionar aqui. De qualquer forma, para elas eu mantenho a mesma opinião: se você faz alguma coisa esperando que os outros respondam da maneira que você deseja, você está cimentando o caminho para uma decepção.

Eu não tenho nada contra as ações em si (todo blogueiro é um narcisista, como eu já disse aqui outras vezes), mas acho a preocupação excessiva com elas acaba desviando a atenção do que é importante.

Finalizando, para o Alexandre, eu quero falar de dois aspectos dos seus comentários no blog do Galvez.

Primeiro, você disse que o Galvez não entrou de gaiato na história. Se isso é verdade, eu também estou entrando de gaiato. Mas eu não acredito que isso seja verdade. Uma razão é que a Web é pública. Se você não quer que os outros comentem sobre o que você escreveu, ou não coloque em público ou proteja de modo que apenas aqueles que você quer que comentem possam ver. Esse caráter público e semi-perpétuo do que é postado na Internet invalida o argumento de que alguém está metendo a colher no que não foi chamado. Servidores Web não fazem acepção de pessoas. E blogs também não são especiais em qualquer sentido.

Segundo, os seus argumentos no blog do Galvez careceram em alguns momentos de lógica. (E, sim, eu estou defendendo o Galvez.) Não há necessidade de partir para ataques pessoais, principalmente apelando para comparações que não fazem o menor sentido. Não só atrapalha a discussão, como diminui o poder do seu argumento. Por exemplo, você mencionou a gentileza do Roberto e esqueceu dessa mesma gentileza nos comentários do Galvez — especialmente se você considerava que ele estava errado. Quando não temos o contexto completo, mais cuidado ainda é necessário. Referências como a do Scoble e a da entrada feita pela Shelley Powers deixam ainda mais clara a questão para quem souber ler nas entrelinhas.

Espero que você saiba receber isso no espírito em que é oferecido, com respeito por outro participante nesse discurso global e como apreciador de seus textos (embora não de long data e mesmo que difiram muito da minha opinião algumas vezes).

Acabei escrevendo mais do que queria sobre o assunto, mas prefiro deixar minha opinião registrada. E que um milhão de flores desabrochem.

Segundo Aniversário do Blog

October 2nd, 2004 § 6 comments § permalink

Esse ano, ao contrário do blog em inglês, eu não esqueci do aniversário desse blog. O dia de hoje marca dois anos escrevendo aqui, algo que sinceramente, eu não pensei que fosse acontecer.

Obrigado a todos vocês que lêem esse canto da Web.

Todo o spam que você conseguir

September 6th, 2004 § 2 comments § permalink

Um amigo meu ficou sem postar em seu blog nos últimos cinco meses. Quando ele voltou, hoje, ele encontrou mais de 6100 comentários esperando por ele, 6000 dos quais eram spam. Como o blog dele roda no meu servidor, sobre um banco MySQL, eu simplesmente apaguei o bando inteiro de comentários do blog e republiquei as páginas. Eu posso ter removido alguns comentários válidos, então não digam a ele que eu fiz isso…

Quando eu estava verificando a partir de qual comentário eu faria a remção em massa, eu dei uma olhada rápida nos comentários feitos no site dele. Eu ainda estou impressionado com algumas coisas que li. O blog dele é sobre publicidade e propagando e ele escreve muito sobre as empresas e campanhas feitas sobre as mesmas. O número de pessoas que pensa que ele,de alguma forma, tem alguma coisa a ver com essas empresas é impressionante.

Há pessoas que pedem a ajuda dele em seus trabalhos de faculdade, pessoas pedindo que ele descubra o preço de passagens aéreas (tudo por causa de um comentário dele sobre a Gol), pessoas pedindo ajuda em relação aos seus problemas financeiros, pessoas pedindo que ele as ajude a conseguir um emprego nas empresas citadas, pessoas pedindo que ele as apresente às pessoas famosas mencionadas, pessoas achando que ele faz parte do serviço de atendimento ao consumidor das empresas comentadas, e, o mais engraçado de tudo, pessoas perguntando por que o site estava cheio de comentário estranhos, longos e cansativos.

Esses comentários me lembraram de uma entrada recente no blog do Stuart Langridge sobre um problema similar. O cínico em mim se diverte com os perigos da marcação semântica.

O mais interessante sobre os comentários que era spam, entrentato, é que o MovableType usa uma redireção no comentário para evitar que o spam chegue ao Google. Além disso, o blog não estava configurado para suportar HTML, o que prevenia os links nos comentários de serem renderizados. O resultado é que o spam se tornava inócuo. Todo aquele spam por nada. Que desperdício….

Depois disso, eu instalei o MT-Blacklist no servidor. Eu não recebo tanto spam assim então não tinha percebido o quanto o problema era grave nos outros blogs de amigos que hospeda. E é por isso também que eu apaguei os comentários na mão: eu não sabia que o MT-Blacklist fazia isso automaticamente mesmo para comentários antigos.

De qualquer forma, o MT-Blacklist já bloqueou um lote novo de spam que foi postado hoje no blog do meu amigo, o que vai me poupar um bom trabalho no futuro — supondo que eu lembre de atualizar a lista de sites bloqueados, é claro. E a melhor coisa é que ainda sobram os comentários malucos lá.

Entradas de volta

July 9th, 2004 § 2 comments § permalink

Estou cansado ao ponto de não escutar mais o alarme do relógio de manhã, mas consegui finalmente restaurar o backup que eu encontrei do site. Nem tudo está aqui, mas agora só faltam umas poucas entradas que eu acho que ainda vou conseguir. Ufa! Quase dois anos de conteúdo — por pior que este seja — que eu acreditava ter perdido.

Atualização Acho que todas entradas estão de volta agora. Eu ainda preciso fazer um script para lidar com os redirecionamentos causados por uma mudança no padrão da URL de cada entradas, mas pelo menos o conteúdo já está aqui.

Blogs, vozes e imagens mentais

June 29th, 2004 § 3 comments § permalink

O Manifesto Cluetrain declara que as pessoas se reconhecem como tal pelo som de suas vozes. Quão verdadeira é essa afirmação… Existem coisas que são tão óbvias, mas nós tendemos a não pensar sobre as mesmas até que elas se tornem tão aparentes que fica difícil ignorar.

Eu venho lendo blogs por mais de dois anos, e blogando por quase esse mesmo tempo. Desde o começo, alguns aspectos dos blogs em relação às outras tecnologias me pareceram claros, enquanto outros eu só entendi quando eventos específicos trouxeram os mesmos para o primeiro plano. Por exemplo, um aspecto que ficou óbvio desde o princípio é que blogs são mais como e-mail e instant messaging. Isto fica evidente quando se pensa em blogs como conversas, mas a comparação inevitável com outros tipos de sites e mesmo o fato de que blogs podem ser usados em vários contextos que não o de conversação podem esconder isso.

O que eu estou falando não é nada de novo. Desde que os primeiros blogs começaram a ser escritos, questões sobre a natureza dos mesmos foram levantadas e ainda estão sendo levantadas quase que diariamente. A análise de fenômeno é constante por parte dos praticantes, numa tentativa, muito provavelmente, de entender as próprias motivações. A consciência do processo, que é muito mais nítida do que em outros meios escritos, requer isso.

Recentemente, uma dessas realidades sobre os blogs me chamou a atenção de uma maneira tal que eu fiquei surpreso por não ter pensando nela antes. Eu tenho quase certeza de que o assunto já foi tratado por outras pessoas, embora no momento eu não consiga lembrar-me de nenhuma instância específica nos blogs que eu leio. » Read the rest of this entry «

Where Am I?

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